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A Minha Noite Selvagem no Espelho da Suíte de Luxo em Lisboa

Acabei de aterrar no jet privado em Lisboa, o corpo ainda vibrando com o ronco dos motores. Direto para o hotel 5 estrelas no Chiado, suíte presidencial com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e maresia quente da noite portuguesa. Descalcei os saltos Louboutin, a alcatifa persa macia sob os pés. Vesti uma camisola de seda preta, fina como um sussurro, que deslizava pela pele bronzeada do Algarve. Vinha de um fim de semana num iate ancorado na Praia da Rocha, mas agora, sozinha nesta villa urbana de mármore e ouro, o desejo acordou.

Deitei-me na cama king size, lençóis de 1000 fios egípcios frios contra a minha pele quente. A luz suave das arandelas douradas dançava nas paredes forradas de veludo. Encarei o espelho gigante na parede oposta, do chão ao teto, emoldurado em ébano. Os meus cabelos castanhos ondulados espalhados no travesseiro, lábios entreabertos, peitos fartos subindo e descendo. Comecei devagar, dedos traçando o colo, descendo aos mamilos que endureceram logo. ‘Hmm, que delícia…’, murmurei, sentindo o calor subir. O perfume Chanel No. 5 pairava, misturado ao meu cheiro de excitação.

A Chegada ao Paraíso de Luxo e o Despertar do Desejo

Mas o meu reflexo… ele não me seguiu. Enquanto eu acariciava os seios, devagar, circulos suaves, ele deslizou a mão pela barriga, entre as coxas. Afastei as pernas no reflexo, o tecido da renda da cueca french afastado. Pisquei, confusa. ‘O quê? Continua…’, disse para mim mesma, testando. Os meus dedos apertaram os mamilos, puxando, mas ele já roçava a cona molhada, dedo médio no clitóris inchado. Um arrepio subiu pela espinha. Fechei os olhos, sentindo a humidade crescer, como se ele comandasse o meu corpo.

Abri os olhos. Ele acelerava, dois dedos enfiados na cona, fodendo-se com ritmo feroz. ‘Porra, sim…’, gemi, o coração aos pulos. A champagne Dom Pérignon na mesa de cabeceira, copo gelado ao alcance, mas ignorei. Levantei-me um pouco, a seda caindo do ombro, expondo um peito. Ele tirou a cueca, deixando-a cair, cona depilada reluzente, lábios abertos. Copiei, dedos agora na minha própria cona, encharcada. ‘Fode-me mais forte’, sussurrei ao espelho, como se ele ouvisse.

O Clímax Brutal e Inesquecível

A segunda fase explodiu. Ele meteu três dedos, bombeando selvagem, o outro mão no cu, dedinho entrando e saindo. Eu imitei, de joelhos na cama, rabo empinado para o espelho. ‘Caralho, que cona gulosa!’, gritei, sentindo o squirt aproximar-se. O luxo ao redor amplificava: o som distante do fado na rua, o calor pegajoso da noite, o mármore frio do chão onde a cueca caiu. Enfiei a mão toda, punhetando brutal, mamilos roçando os lençóis. Ele gemia no reflexo, boca aberta, olhos fixos nos meus. ‘Vem, puta, goza comigo!’, imaginei ele dizer. O orgasmo veio como tsunami, jatos quentes molhando os lençóis de seda, corpo convulsionando. Ele não parou, continuou a foder-se, sorriso safado, convidando-me.

Estendi a mão ao espelho, dedos na superfície fria que aqueceu de repente. ‘Quem és tu, meu amor proibido?’, perguntei, ofegante. Uma carícia fantasma na nuca, mas só o reflexo sorria. Recuei, pernas trémulas, cona latejando ainda.

Agora, deitada, champagne na mão, saboreio o afterglow. Privilégio puro: jet de Milão, iate com caviar e lagosta, villa em Lisboa onde o meu reflexo me fodeu como ninguém. Sinto-me rainha, satisfeita, corpo exausto mas alma viva. Amanhã, Algarve de novo, mas esta noite… inolvidável. O espelho guarda o segredo, e eu, ansiosa pelo próximo olhar.

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