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A Minha Noite de Luxúria Anal no Ritz de Lisboa

Estava no Ritz Carlton de Lisboa, suite com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Eu, com um vestido de seda preta colado ao corpo, bronzeada da luz portuguesa. Ele, o Alessandro, italiano alto, olhos escuros, apareceu no bar com um fato Tom Ford impecável. Conversa fluida, vinho verde pétillant na boca, bolhas dançando na língua.

‘Queres subir para a minha suite? Trouxe um azeite virgem extra da Toscana, o melhor para… lubrificar.’ Ele sorri, malicioso. Eu rio, coração acelerado. ‘Lubrificar o quê?’ ‘Bem… tenho vontade de te foder o cu, devagarinho.’ Silêncio. Eu mordo o lábio. ‘Nunca me pediram assim. Adoro ser enrabada. Desde que me olhas no lobby…’

A Tensão Sensual no Hotel de Luxo

Subimos. Elevador privativo, mãos dele na minha cintura, beijo no pescoço, pele quente de sol. Cheiro a couro do cinto dele misturado ao meu perfume. Na suite, luzes suaves, lençóis de fio 1000, champanhe gelado. Ele abre a garrafa de azeite, dourado, aroma frutado. Eu me viro, de quatro no sofá de veludo, vestido levantado. ‘Aqui serve?’

Sinto a protuberância dura contra o meu rabo firme, coxas tensas de desejo. ‘Desabotoa-me, está um calor infernal.’ Nua, só saltos Louboutin, culote de renda jogado. Ele agacha, nariz na minha fralda, cheiro almiscarado, salgado. Língua na roseta enrugada, quente, úmida. ‘Porquinho safado!’ Gemo, empinando mais.

Língua sobe e desce, dedo no grelo inchado, rugoso. Eu ronrono, ondulo. Dedo na cona molhada, depois no cu apertado. ‘Aaaah, caralho, que bom!’ Azeite escorre, dedo pistona, dois, três, girando devagar. ‘Aaaah, simmm, fode-me o cu!’

Calças dele caem, pila grossa, como uma berbigão. ‘Puta merda, é enorme!’ Eu viro, mão na haste, língua no prepúcio, pré-gozo salgado. Chupo o caralho, quente, babado. Preservativo de poliuretano, perfeito para óleo. ‘O melhor para foder o cu com azeite!’

O Êxtase Anal e o Depois Inesquecível

De quatro outra vez, mãos abrindo nádegas. Glande na fralda, desliza, pressiona a roseta oleosa. ‘Não a cona, só para o meu namorado!’ Ok. Empurro devagar, anel cede, ‘Aaaaaaaah! Vais partir-me o cu com essa picha!’ Ele avança, mãos nas ancas, respiração pesada. Pila enterrada entre glúteos bronzeados, muqueuses apertam, massageiam.

Eu gemo no travesseiro de plumas, ondulo, engulo mais. Ele recua, eu aperto desesperada, grito agudo. Avança, grito largo. Suor brilha nas minhas costas, ele lambe, beija orelha. Mãos nos ombros, fode forte, pistões ritmados. Levanto-me, mãos na parede de mármore, ele agarra tetas pesadas, belisca mamilos duros. Dedo no clitóris, frénético.

Eu gozo como uma égua, corpo tremendo, cona a pulsar. Ele acelera, ‘Caralho!’, jorra dentro, prazer que dói. Saio devagar, pernas bambas, caio na cama king size.

… Acordo no deck do iate no Algarve, jet nos levou de madrugada. Ele ao lado, nu, pila semi-dura. ‘Tudo bem?’ ‘Uhum…’ Sol quente, mar azul, cheiro a sal e sexo. Mancha húmida nas cuecas dele, pré-gozo. ‘Sonhaste comigo?’ ‘Sim… com o teu cu perfeito.’ Beijo molhado. ‘Tens azeite na villa? O sonho continua…’

Foi real, privilégio puro. Luxo e luxúria, corpo saciado, alma em êxtase. Portugal, terra de desejos sem fim.

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