Estava no bar do Pestana Palace, em Lisboa, o ar carregado com o perfume Chanel No. 5 que eu borrifei no pescoço. O copo de champagne Veuve Clicquot borbulhava, fresco na minha mão, a noite portuguesa quente lá fora, luzes do Tejo piscando pela janela. Eu, 35 anos, portuguesa de pele morena, vestido de seda preta colado ao corpo, pernas cruzadas, sentindo o tecido roçar a pele.
Ele apareceu do nada. Alto, uns 44 anos, magro mas elegante, 1,84m, fato Tom Ford impecável. Olhos castanhos, sorriso charmoso. ‘Boa noite, posso juntar-me?’, perguntou, voz grave, sotaque francês subtil. Frédéric, disse chamar-se. Eu sorri, o coração acelerou um pouco. Conversámos sobre viagens, ele comercial, eu designer de luxo. O vinho descia suave, pétalas de morango no paladar.
A Tensão no Bar do Hotel Cinco Estrelas
De repente, lembrei-me do sonho da noite anterior. ‘Sonhei contigo esta noite’, disse eu, olhando nos olhos dele. Ele riu, ‘Conta lá’. ‘Sonhei que te chupava o caralho aqui mesmo’. Silêncio. Ele corou, mas os olhos brilharam. A tensão subiu, o ar ficou elétrico. ‘Queres que o faça realidade?’, perguntei, mão no joelho dele, sentindo o calor da pele por baixo do tecido. Ele hesitou, ‘Aqui?’. ‘Não, na tua suite. É presidencial, não é?’. Ele acenou, pagou a conta, levámo-nos de elevador privativo, o cheiro dele, Creed Aventus, misturado ao meu.
Na suite, portas se fecharam, vista panorâmica da cidade. Cama king size com lençóis de seda egípcia, luzes ténues. Ele sentou-se na beira, desfazendo o cinto. ‘Estás depilado?’, perguntei, ajoelhando-me, o tapete persa macio nos joelhos. ‘Sim, para prazer das mulheres’. Tirei-lhe as calças, cuecas de seda, o caralho semi-duro saltou, circuncidado, gland rosado, bolas lisas e quentes. ‘Que bolas lindas, cheiram a macho’, murmurei, nariz nelas, inalando o aroma almiscarado.
O Prazer Selvagem na Suite Presidencial
Comecei devagar, língua nos testículos, lambendo devagar, sugando uma de cada vez, sentindo-as encolherem na boca. Ele gemeu, ‘Porra, que bem’. Mão na base do pau, masturbando lento, pele escorregadia de pré-gozo. Olhei para cima, ‘Gostas?’. ‘ Continua’. Levei o gland à boca, chupando forte, vaivém profundo, garganta relaxada, baba escorrendo. Ele agarrou-me o cabelo, ‘Fode a boca, caralho’. Acelerei, mão nas bolas apertando, outra no cu dele, dedo molhado entrando.
Pus condão, lubrificado, desenrolando devagar, gosto metálico na língua. Engoli tudo, nariz nas virilhas, ele fodia a minha boca agora, selvagem, luxúria pura no luxo. ‘Vou gozar’, grunhiu. Segurei as bolas, massageando brutal, e ele explodiu, jatos quentes enchendo o condão, corpo tremendo. Tirei, cheirei o esperma morno, ‘Adoro este cheiro, porra fresca’. Ele ofegante, ‘Incrível’.
Depois, deitados na seda fresca, champagne gelado na pele, ele convidou-me para o iate na Algarve amanhã, jet privado ao amanhecer. Senti-me privilegiada, corpo saciado, pele a formigar. Aquela noite, hotel de milhões, caralho na boca, orgasmo selvagem – puro êxtase. Voltei à minha villa imaginária, mas sei: vivo para estes momentos raros, onde luxo e luxúria se fundem. Ainda sinto o gosto dele.