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Minha Noite Selvagem de Luxo em Lisboa e Algarve

Estávamos num hotel 5 estrelas no Chiado, Lisboa. Onze de nós: seis mulheres, cinco homens. Amigos ricos, jet privado de Paris. Jantar na suite presidencial, caviar, champanhe Dom Pérignon gelado. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Éric, o animador, propôs: ‘Seis suites duplas. Escrevam três preferências para partilhar a noite. Maximizar o prazer.’ Ri, mas o vinho pétillante subia à cabeça. Escrevi: Miguel primeiro, depois o Luís tímido, e o Ricardo. Entreguei o papel. Uma hora depois, Éric chamou-me. ‘Sorte grande, Sofia. Com o Luís.’ Ele, reservado, olhos castanhos, corpo atlético sob o fato Armani. Eu, com vestido de seda preta colado à pele, senti um formigueiro.

Na suite, vista para o Tejo. Drapes de cetim, luzes ténues. Ele entrou, hesitante. ‘Não esperava isto.’ Sorri, fria no início. ‘Nem eu.’ Tirei os sapatos Louboutin, pés nus no tapete persa. Ele foi ao banheiro, água fria. Voltei ao sofá, pernas cruzadas, cheiro do meu perfume Tom Ford misturado ao dele, algo amadeirado. Silêncio pesado. ‘Dormimos assim?’ perguntei. Ele gaguejou: ‘Se quiseres.’ A tensão crescia, como a noite quente portuguesa.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão Sexual no Hotel Exclusivo

Saí para o terraço. Lua cheia, brisa salgada. Ouvi gemidos. Olhei: Carolina e o Hervé, na piscina infinita, nus. Ela cavalgava-o, seios balançando, bundas generosas subindo e descendo. Água chapinhando, suspiros roucos. Luís apareceu atrás. ‘O que é?’ sussurrei. Ele parou, olhos vidrados. ‘Romântico,’ disse, irónico. Ela virou, viu-nos. Sorriu, mão entre as pernas dela própria.

A luxúria subiu. Virei-me para ele, pés nus tocando os dele. ‘Gostas de olhar?’ Mão no peito dele, sentindo o coração disparado. Beijei-o, língua quente. Ele gemeu. Desci a mão, sentindo o volume no calção de seda. ‘Quero-te.’ Ele tremia. Voltámos à suite? Não. Matizes espalhados no terraço, sob estrelas. Tirei o vestido, nudez à lua. Seios firmes, cona depilada luzindo.

O Sexo Intenso e Cru Sob as Estrelas Portuguesas

Ele ajoelhou, boca na minha cona. ‘Lamba-me,’ ordenei. Língua no clitóris, sucos doces escorrendo. Gemi alto: ‘Sim, caralho, mais fundo!’ Dedos dentro, fodendo-me devagar. Eu segurei a cabeça dele, quadris ondulando. ‘Agora a tua vez.’ Baixei os calções, caralho duro, veias pulsando. Chupei, engoli até à garganta, saliva misturada ao pré-gozo salgado. Ele grunhiu: ‘Sofia, fodo-te agora.’ Deitei-me, pernas abertas. Ele entrou devagar, enchendo-me. ‘Que cabrão grosso!’ Fodemos ritmado, pele suada colando, cheiro de sexo e mar. Mudei: montei-o, bundas batendo, cona engolindo-o todo. ‘Vai, fode mais forte!’ Gritei no orgasmo, unhas nas costas dele. Ele veio dentro, jatos quentes, corpo convulsionando.

No iate na Algarve, dia seguinte. Villa privada, sol ardente. Grupo no breakfast, olhares cúmplices. ‘Dormiste bem, Sofia?’ Éric piscou. Ri: ‘Como porcos selvagens.’ Luís corou, mas sorriu. Senti-me privilegiada. Aquela noite, luxo e luxúria selvagem, num Portugal de elite. Nunca esquecerei o gosto dele na minha pele, o calor da noite. Quero mais.

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