Acabei de voltar da minha villa na Algarve, o corpo ainda a tremer. Eu, Joana, uma portuguesa de curvas generosas, madura e sem tabus. Meu sobrinho Ricardo chegou de jet privado de Lisboa, após eu o consolar pelo pai doente. No hotel 5 estrelas no Chiado, o ar cheirava a Chanel No. 5 e jasmim da noite lisboeta. Brindamos com Dom Pérignon gelado, bolhas crepitando na língua. Ele me abraçou, forte, e senti sua ereção contra minha seda preta.
No iate rumo à Algarve, o vento quente lambia minha pele, ondas batendo ritmadas. Na villa exclusiva, piscina infinita brilhando sob estrelas, entramos na cozinha de mármore frio. Ele me empurrou contra a mesa, mãos nas minhas ancas largas. ‘Não, Ricardo… sou tua tia…’, gemi, mas sem convicção. Meu corpo traía, a cona já molhada encharcando a calcinha de renda La Perla. Ele riu baixo, ‘Quero provar teu mel, tia.’ Tirei a saia devagar, sentindo a brisa noturna nos muslos grossos.
A Chegada ao Éden Luxuoso e a Tensão Crescente
Ele puxou a calcinha, o tecido úmido colando, cheiro almiscarado de desejo subindo. Inspirei fundo, rosto corado. Ele cheirou o pano como troféu, olhos famintos na minha buceta ruiva, farta, lábios inchados. ‘Abre as pernas, Joana.’ Obedeci, joelhos ao peito, exposta como nunca. O mármore gelado nas costas, calor da minha pele suando. Ele ajoelhou, língua mergulhando na minha fenda quente, lambendo de baixo a cima, nariz no clitóris latejante. Gemi alto, ‘Oh, caralho… sim!’
Meu corpo arqueou, ondas de prazer explodindo. Ele sugava meu sumo, misturado a squirt que jorrou na boca dele. ‘Delicioso, tia.’ Eu tremia, mamilos duros rasgando o sutiã. Ele subiu, chupando meus peitos enormes, liberados das copas, aréolas roxas salpicadas de sardas. Mordia os bicos grossos, eu gemia ‘Mais forte, meu amor!’. Minha cona pulsava vazia, pedindo foda.
O Êxtase Selvagem na Mesa de Mármore
Ele se masturbava, pauzão roxo latejando, eu via o prepúcio subir e descer. ‘Mostra os peitos inteiros!’ Puxei-os juntos, oferecendo. Ele montou, pau na entrada da minha buceta larga, encharcada. ‘Não… é errado…’, mas ele empurrou, preenchendo fácil. Fodia devagar, depois selvagem, minhas pernas nos ombros dele. ‘Tua cona é um abismo, tia.’ Vi na mesa uma abobrinha gigante, perfeita. Ele pegou, retirou o pau. ‘Melhor ainda.’ Esfregou na minha entrada, raízes no clitóris. ‘Fode-me com isso!’
Empurrou a abobrinha grossa na minha cona dilatada, girando, fodendo fundo. Eu gritava ‘Mais! Arromba minha boceta, Ricardo!’. Ele me fez pegar, eu me masturbei furiosa, cona esticada ao limite. Ele mirou meu cu lubrificado, enfiou o pau todo num só golpe. ‘Ahhh, fode meu rabo!’ Duplo preenchido, eu gozei gritando, ele gozou no meu cu aberto, esperma escorrendo quente.
Agora, na cama king size da villa, champanhe ao lado, ele me beija. ‘Foi a primeira vez que traí o teu tio, mas… incrível.’ Ele sorri, ‘Volto amanhã, tia.’ Sinto-me rainha, esse privilégio de luxúria em paraíso português, corpo saciado, alma viva. Ninguém entende esse fogo.