Acabei de voltar de Lisboa, ainda com o corpo a tremer. Cheguei num jet privado, o cheiro a couro novo e champanhe Dom Pérignon no ar. O meu amante, um homem rico de cinquenta e poucos, bedelhudo mas elegante, com relógio Rolex a brilhar. Eu, de vestido curto de seda preta, pernas gainadas em meias de renda, salto alto. No hotel Pestana Palace, 5 estrelas, quartos com vista para o Tejo. A noite quente portuguesa envolvia-nos, húmida, prometendo pecados.
Ele pediu serviço de quarto. Enquanto subia a mala, o jovem porteiro, moreno, olhos famintos, entrou. Eu tirei o vestido, ficando só de lingerie branca de seda, pele bronzeada da Algarve. Ele gaguejou, mas eu sorri no espelho, sentindo o olhar dele na minha cona moldada pela renda fina. O meu amante sentou-se, calças desabotoadas. Ajoelhei-me, tomei o caralho dele na boca, chupando devagar, saliva a escorrer. O porteiro viu pela fresta da porta da casa de banho. Saí com lábios inchados, perfume Chanel n°5 misturado com o gosto dele.
A Chegada e a Tensão no Ar
Mais tarde, no bar, cruzei-me com um diplomata africano, alto, musculado, careca. Falámos, vinho verde pétillant na boca, bolhas a rebentar. O meu amante dormia. O porteiro aproximou-se: ‘Venha ver isto.’ Levou-me à cabina dele, uma fresta no muro. O africano nu, caralho grosso mesmo mole. Colei-me à parede, o porteiro atrás, mãos na minha saia plissada. Subiu-a, apalpou as nádegas, renda da cueca a marcar o rego. ‘Não…’, disse eu, mas as pernas tremeram. Ele ajoelhou-se, cheirou a minha cona molhada, língua a lamber os lábios inchados.
Empurrei o cu contra a boca dele, gemendo baixo. O caralho do africano endurecia. O porteiro levantou-se, zip aberto, pau duro contra as minhas nádegas. ‘Não me fodes?’, provoquei. Ele cuspiu na mão, esfregou na minha cona ensopada, entrou devagar. Vertical, pelas coxas cerradas, o glande abriu-me, centímetro a centímetro. ‘Caralho, que apertada…’, grunhiu. Fui vendo o africano masturbar-se. Abri as pernas, ele fodia-me forte, mão no clitóris, outra nos mamilos duros sob a blusa. Gozei primeiro, cona a pulsar, ele encheu-me de porra quente.
O Clímax de Prazer e Luxúria
No dia seguinte, yacht na Algarve. Convidei os dois. Villa de luxo, sol poente. O africano despiu-me na coberta, caralho negro enorme. Chupei-o, garganta funda, enquanto o porteiro via. Ele deitou-me, abriu as coxas, lambeu a cona ainda com porra seca. ‘Fode-me os dois’, pedi. O africano entrou na cona, grosso, esticando-me. O porteiro no cu, lubrificado, fundo. Dobrada, gemendo alto, ondas do mar a bater. ‘Mais forte, caralhos!’, gritei. Gozámos juntos, porra a jorrar, corpos suados, cheiro a sexo e sal.
Agora, sozinha na villa, copo de porto na mão, sorrio. Que privilégio, este luxo misturado com luxúria pura. Corpo dolorido, mas saciado. Quero mais.