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Noite de Luxúria na Villa Privada do Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Ainda sinto o cheiro do mar do Algarve misturado com o perfume Chanel Nº5 dela. Chegámos de jet privado de Lisboa, direto para a villa exclusiva na falésia. Vista para o oceano infinito, piscina infinita iluminada por luzes LED azuis, o ar quente da noite portuguesa a acariciar a pele. Eu, Inês, em vestido de seda vermelha que deslizava como um amante. O João, meu marido, todo elegante em camisa branca aberta no peito. Os nossos amigos, Sofia e Tomás, ela ruiva fogo num macacão de cetim preto, ele atlético, cheirando a colónia Creed Aventus.

Sentámo-nos na sala de estar aberta para o terraço, copos de Dom Pérignon a borbulhar, o som suave das ondas. ‘E se jogássemos poker?’, disse o Tomás com um sorriso maroto. ‘Mas com apostas… picantes. O perdedor tira uma peça.’ O coração acelerou. Olhei para o João, ele piscou, excitado. ‘Porquê não?’, respondi, voz rouca, sentindo a seda roçar as coxas.

A Atmosfera Elétrica da Villa de Luxo

A primeira mão, perco as sandálias Louboutin, pés nus no mármore fresco. Depois a Sofia perde o macacão, revelando lingerie La Perla preta, cuecas minúsculas que mal cobriam a cona depilada. O ar ficou denso, olhares famintos. Eu tirei o vestido, ficando em sutiã push-up e tanga fio dental, mamilos duros visíveis. O João despiu a camisa, peito musculado brilhando à luz das velas Diptyque. Tensão eléctrica, risos nervosos, o vinho a aquecer o ventre.

Tomás perdeu as calças, boxer apertado mostrando o caralho semi-duro. Sofia riu, ‘Meu Deus, estás pronto!’. Última mão, todos quase nus. Eu perco a tanga, cona molhada exposta, lábios inchados de desejo. O João geme baixo. Então, a Sofia propõe: ‘O último perdedor escolhe o parceiro para o resto da noite.’ Tomás perde. Olha para mim, olhos ardentes. ‘Inês.’ O João aperta minha mão, mas assente, excitado pela ideia.

Levantei-me, nuinha, pele arrepiada pelo vento marinho. Fui até ele, cheiro a macho misturado com sal. Beijámo-nos vorazes, línguas dançando, gosto de champanhe e tesão. Ele agarra minhas tetas, belisca mamilos, eu gemo na boca dele. ‘Quero-te agora’, sussurra. Leva-me para o quarto principal, cama king size com lençóis de seda Frette 1000 fios, vista para o iate ancorado na baía.

O Clímax Selvagem e o Após Divino

Deito-me, ele mergulha entre minhas pernas, língua chupando o clitóris inchado, dedos abrindo a cona encharcada. ‘Estás tão molhada, Inês, foda-se.’ Grito, ‘Lambe mais, Tomás, come-me toda!’. Ele enfia dois dedos, bombeia rápido, eu gozo tremendo, squirt molhando os lençóis. Viro-me de quatro, ele posiciona o caralho grosso, cabeçona latejante. Enfia devagar, ‘Que cona apertada, melhor que a da Sofia.’. Fode-me forte, bolas batendo no cu, eu empurro contra, ‘Mais fundo, fode-me como uma puta!’. Ele agarra cabelo, puxa, esmaga tetas. Mudo posição, monto-o, cavalgo selvagem, cona engolindo o pau inteiro, sucos escorrendo. ‘Goza dentro, enche-me!’, imploro. Ele explode, jatos quentes enchendo-me, eu gozo de novo, unhas cravadas no peito dele.

Do corredor, ouço gemidos: Sofia chupando o João, ‘Engole tudo, caralho enorme!’. Ele a fode no terraço, sob estrelas, ela grita orgasmos múltiplos.

Depois, deitados suados, abraçados. Regresso ao João, ele cheira a sexo dela, beijamo-nos, trocamos sabores. No iate ao amanhecer, champanhe e caviar, rimos da loucura. Sinto-me privilegiada, rainha de um mundo elite onde luxo e luxúria se fundem. Nunca me senti tão viva, tão fodida e adorada. Quero mais.

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