Acabei de voltar dessa viagem insana. Cheguei a Lisboa de jet privado, o sol poente tingindo o Tejo de ouro. Deixei Paris e sua chuva cinzenta para trás. O carro nos levou direto ao hotel 5 estrelas no Chiado, o Bairro Alto Hotel, com vistas que cortam a respiração. O ar quente da noite portuguesa envolvia tudo, cheirando a sal e flores de laranjeira. Sofia, minha amiga de sempre, esperava no lobby, num vestido de seda preta que colava à pele suada. Ela beijou minha bochecha, demorando um segundo a mais, os lábios quentes. ‘Finalmente, Inês. Vamos devorar esta noite.’
No quarto suite, champagne Dom Pérignon gelado nos esperava numa taça de cristal. Tirei os sapatos, massageando os pés inchados do voo. A carpete persa era macia sob os dedos. Sofia riu, abrindo o robe de cetim. ‘Olha para ti, toda elegante ainda.’ Despi o jeans apertado, o sutiã que marcava os seios fartos. Nuas, entramos na douche de mármore italiano, vapor subindo, cheiro de óleo essencial de ylang-ylang. A água morna escorria pelos meus cabelos pretos, perolando nos mamilos duros. Sofia pegou no sabão, espalhando espuma pelas minhas costas. ‘Deixa-me ajudar.’ As mãos dela deslizaram para as nádegas, apertando devagar. Senti um formigueiro na cona, já húmida. ‘Estás molhada, não estás?’ sussurrou ela, o hálito quente no pescoço.
A Chegada ao Paraíso de Luxo
No dia seguinte, helicóptero para a Algarve. O iate de 50 pés esperava na marina de Vilamoura, branco imaculado, tripulação discreta. Yan, o dono, um milionário charmoso com olhos verdes e bronzeado perfeito, nos recebeu com beijos nos lábios. Luce, a companheira dele, mulata sensual, paréo azul noite revelando pernas lisas. ‘Bem-vindas ao paraíso.’ O cockpit era um salão flutuante, sofás de couro, garrafa de vinho verde pétula borbulhando. O sol queimava a pele, o mar azul-turquesa lambendo o casco. Despimos para biquínis mínimos, os seios quase saltando. Yan serviu ostras frescas, o sal misturando-se ao suor. Luce roçou a perna na minha debaixo da mesa, olhos famintos. A tensão crescia, o ar carregado de desejo. ‘Queres mergulhar?’ perguntou Yan, voz rouca. Mas ninguém se mexeu. Só olhares, toques acidentais que não o eram.
O Êxtase no Iate e o Depois
À noite, sozinhos no deck superior, estrelas sobre o Atlântico. Champagne fluía, corpos colados no jacuzzi quente. Yan puxou-me para o colo dele, pau duro pressionando contra a minha cona através do tecido fino. ‘Fode-me agora’, gemi. Ele rasgou o biquíni, chupando os meus mamilos com fome, dentes mordendo leve. Sofia e Luce juntaram-se, Luce lambendo a minha nuca enquanto Sofia enfiava dedos na cona dela própria, gemendo. Yan meteu-me o caralho grosso na boca, eu engoli até à garganta, saliva escorrendo. ‘Assim, puta luxuosa’, grunhiu ele. Virei-me, sentei no pau dele, cavalgando selvagem, a cona apertando cada centímetro. Água espirrava, suor e champanhe misturando-se. Luce sentou na cara de Sofia, cona molhada esfregando, ‘Lambe-me, vadia’. Eu gozei primeiro, gritos ecoando no mar, corpo tremendo. Yan fodeu-me mais forte, enchendo-me de porra quente. Depois trocamos, eu chupei a cona de Luce, doce e salgada, enquanto Sofia montava Yan, tetas balançando. Fodemos horas, corpos entrelaçados em luxúria crua, o iate balançando com os embates.
De manhã, na villa privada na falésia, nus na cama king size de lençóis de seda egípcia, o cheiro de sexo ainda no ar. Yan preparou brunch com caviar e frutas. Senti-me rainha, corpo dolorido mas saciado. ‘Isto é vida’, disse Sofia, beijando-me preguiçosamente. O privilégio de tal momento, exclusivo, intocável. Voltei a Lisboa de jet, memória gravada na pele. Quero mais.