Acabei de voltar do Ritz em Lisboa, ainda sinto o corpo a tremer. Cheguei de jet privado da Algarve, o sol poente a pintar o Tejo de ouro. O ar quente da noite portuguesa envolvia-me, misturado ao cheiro do meu perfume Tom Ford Oud Wood, amadeirado e sensual. Ele, o Dr. Miguel, um terapeuta de elite para VIPs, esperava-me na suite presidencial. ‘Bem-vinda, Ana. Vamos aliviar essas tensões?’, disse com voz grave, olhos devorando o meu vestido de seda preta que colava à pele suada.
A suíte era um sonho: chandelier de cristal, lençóis de fio 800 egípcio, uma garrafa de Veuve Clicquot gelada. Brindámos, o pétillant explodiu na boca, fresco e ácido, subindo à cabeça. ‘Deite-se aqui’, murmurou, apontando o vasto sofá de veludo. Eu hesitei… mas o luxo, o desejo, venceu. Tirei o vestido devagar, ficando em lingerie La Perla, renda fina roçando os mamilos já duros. Ele untou as mãos com óleo de argan aquecido, cheiro exótico de jasmim e sândalo. Começou pelas costas, pressão firme na coluna, descendo devagar. ‘Relaxe, deixa-me cuidar de ti’, sussurrou, o fôlego quente no pescoço.
A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão que Cresce
A tensão subia. As mãos dele deslizavam para os lados, roçando os seios. ‘Preciso examinar tudo’, disse, voz rouca. Eu gemi baixinho, o corpo a arquear. O calor da noite entrava pela varanda, misturado ao suor. Ele virou-me, olhos fixos nos meus. ‘Os teus seios são perfeitos, firmes.’ Apertou-os, mordeu os mamilos rosados, turgescentes. Eu ofegava, a buceta já molhada, latejando.
Então veio o fogo. ‘Agora as partes íntimas’, grunhiu. Tirei a calcinha de renda, nua perante ele. Ele abriu as minhas pernas, o ar fresco na pele húmida. ‘Que montinho lindo, depilado ao ponto.’ Tocou o clitóris com dedos oleados, círculos lentos. ‘Ah, estás encharcada, Ana.’ Enfiou dois dedos na cona, quente e apertada, fodendo devagar. Eu contorcia-me, unhas cravadas no sofá. ‘Mais fundo, porra!’, supliquei. Ele acelerou, o polegar no clitóris, o outro mão a apertar os mamilos. O prazer subia, ondas violentas. Gritei, o corpo em arco, jatos de gozo molhando as mãos dele. ‘Boa rapariga, goza para mim.’
O Êxtase Cru e a Luxúria Desenfreada
Não parou. ‘Agora o cu, para completo alívio.’ Untou o ânus com óleo, dedo médio escorregando dentro, devagar. ‘Relaxa, vai ser bom.’ Eu tremia, mistura de dor e prazer. Adicionou o indicador, fodo anal ritmado, enquanto os dedos da outra mão voltavam à cona. ‘Estás a foder-te toda, safada.’ O ritmo louco, eu suava, rosto vermelho, respiração em golfadas. ‘Vou gozar de novo!’, berrei. O orgasmo explodiu, corpo tenso como corda, pernas a tremer, squirt abundante no veludo luxuoso.
Depois, jazemos exaustos, champanhe na boca dele pingando nos meus seios. Limpou-me com a língua, beijos lentos. ‘Foi terapêutico?’, riu. Eu sorri, saciada. O privilégio de tal luxo – suite de 5 estrelas, corpo tratado como deusa, prazer sem limites. Sinto-me renascida, viciada neste mundo de elite. Amanhã, talvez o iate na Algarve. Quem sabe?