Acabei de voltar dessa loucura. Lisboa, o Ritz, cinco estrelas puras. Chegamos de jet privado, o cheiro de couro novo ainda na pele. Eu, de vestido de seda preta colado ao corpo, saltos Louboutin ecoando no mármore. Ele, o meu homem, alto, músculos tensos sob o fato Tom Ford, olhos escuros devorando-me.
No bar, copo de champanhe Veuve Clicquot gelado na mão, a noite quente portuguesa a entrar pelas janelas. Um idiota bêbado aproxima-se, mãos gordas no meu rabo. ‘Ei, gata, vamos dançar?’ Tento afastar, mas ele insiste, hálito de uísque rançoso. O pânico sobe. De repente, ele surge. Um soco seco, o nariz do tipo explode em sangue. O tipo foge, mãos no rosto. Meu herói, ainda a ferver, braço protetor à minha frente.
A Ameaça no Bar e a Montada do Desejo
Estremeço, mão trémula no ombro dele, músculos quentes como ferro. ‘Desculpa…’, murmuro, idiota que sou. Ele vira, olhos ainda em chamas, mas suavizam. ‘Eu mato por ti, amor. Estás bem?’ Abraça-me a cintura fina, possessivo. O coração acelera, não de medo agora. Desejo. Cheiro do aftershave Creed Aventus, misturado ao suor dele, homem puro. Beijo a mandíbula dura, língua no sabão de barba fresco. Ele geme baixo.
‘Sinto-te molhada já’, sussurra, mão na minha nuca. ‘Vamos para cima.’ No elevador privativo, beijos ferozes, mãos por todo o lado. Suite presidencial, vista para o Tejo cintilante, ar condicionado com aroma de jasmim. Ele deita-me na cama king size, lençóis de algodão egípcio 1000 fios, macios como nuvem. ‘Quero-te agora, caralho.’
Eu domino primeiro. Arranco a camisa, unhas nos peitos dele, mamilos duros. Ele deitado, pau latejando no boxers de seda. ‘Vira-te, de barriga.’ Obedece, gemendo. Mordo a orelha, mão desliza, roço os tomates peludos, evito a pila grossa. ‘Pede, cabrão.’ ‘Por favor, fode-me com a mão.’ Rio, agarro o caralho inchado, 20cm de veia pulsar, cabecinha molhada. Bombo devagar, rápido, ele grunhe como animal. ‘Vou-te comer toda.’
Explosão de Luxúria na Suite e o Éxtase Eterno
Nu contra mim, pele quente. Ele vira-me, chupa as tetas pesadas, língua na aureola escura. Dedos na cona ensopada, clitóris inchado. ‘Estás a pingar, puta minha.’ Lambe os sucos, língua fundo, gozo na boca dele, pernas a tremer. Ele lambe os dedos, olhos em brasa. ‘Agora bebo-te toda.’ Boca na cona, aspira o clitóris, dois dedos a foder, curvos no ponto G. Grito, orgasmo rasga-me, esguicho no rosto barbudo.
Ele monta, pila na entrada. ‘Enfia, fode-me forte!’ Entra todo, grosso, estica-me ao limite. Bombo selvagem, bolas batem no cu. Eu por cima, cavalgo como louca, tetas a saltar, unhas nas costas dele, sangue fino. ‘Mais fundo, caralho!’ Ele agarra o cu redondo, dedão no buraco apertado. Gozo outra vez, cona a apertar o pau dele como torno. ‘Vou jorrar dentro!’ Explode, porra quente enche-me, leite grosso escorrendo.
Caímos exaustos, suor misturado, cheiro de sexo e Chanel No5. Ele acaricia o cabelo, ‘Só tu me fazes assim.’ Sorrio, corpo mole. No dia seguinte, yacht privado para Algarve, villa de luxo à espera. Privilégio puro, esta vida. Nunca me senti tão viva, tão fodida, tão rainha. Quero mais.