Acabei de voltar dessa loucura. Eu, Inês, portuguesa de Lisboa, sempre adorei o luxo misturado com desejo puro. Ele me convidou para o Four Seasons, quarto presidencial com vista para o Tejo. Cheguei de salto alto, vestido de seda preta colado ao corpo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5. Ele esperava com a esposa, Karen, elegante num robe de cetim. Brindamos com Dom Pérignon gelado, bolhas estalando na língua, doces e frias.
Ela sorriu, maliciosa. ‘Inês, ouvi tanto de ti.’ Toquei a mão dela, suave como porcelana. Ele nos observava, o volume na calça crescendo. Sentei-me no sofá de veludo, pernas cruzadas, sentindo a seda roçar a pele. Conversa leve, mas os olhares… quentes. A noite lisboeta entrava pela janela, morna, com cheiro de mar. Karen aproximou-se, lábios no meu pescoço. ‘Quero provar-te.’ Ele gemeu baixo. A tensão subia, como vinho fervendo.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
De repente, num jato privado para o Algarve. O couro dos assentos cheirava a novo, champagne outra vez. Chegamos à marina ao pôr do sol, iate branco reluzente. Villa privada à espera, mas fomos direto pro convés. O ar salgado, calor pegajoso na pele nua. Despimo-nos devagar. Eu de lingerie preta de renda, ela topless, seios firmes. Ele nu, caralho duro, grosso, latejando.
Ela me beijou primeiro, língua quente, molhada. ‘Chupa-me, Inês.’ Ajoelhei no teak polido do iate, cona dela depilada, rosada, já ensopada. Lambi devagar, saboreando o mel salgado. Dedos na minha nuca, gemendo. Ele veio por trás, mãos nas minhas nádegas. ‘Quero foder-te assim.’ Cuspiu no meu cu, preparou com dedos. Entrei em êxtase quando o caralho dele forçou entrada, devagar no meu rabo apertado. Dor boa, esticando-me toda.
O Êxtase Selvagem no Iate do Algarve
‘Mais forte!’, gritei. Ele bombava, bolas batendo na minha cona. Karen virou-se, abriu as pernas. ‘Agora eu.’ Ele saiu de mim, molhado, e enfiou na cona dela, fundo, selvagem. Eu chupei os mamilos dela, mordendo. Troca: ela no meu cu agora, com um strap-on de silicone grosso, lubrificado. Ele na boca dela. Gritos ecoavam no mar calmo. ‘Fode-me o cu até gozar!’, ordenei. Ele obedeceu, metendo brutal, mãos no cabelo. Senti o orgasmo buildar, cona pingando.
Gozamos juntos. Ele explodiu no meu rabo, jatos quentes enchendo-me. Eu esguichei na cara dela, ela lambeu tudo. Cores do Algarve ao fundo, estrelas nascendo. Caímos exaustos no colchão de seda do iate, suor misturado, cheiro de sexo e sal.
Depois, na villa de luxo, piscina infinita. Brindamos com vinho do Douro, corpos relaxados. Senti-me rainha, privilegiada. Esse trio… luxo puro virando luxúria animal. A pele dela macia contra a minha, o braço dele ao redor. ‘Foi perfeito’, sussurrei. Sem arrependimentos, só desejo de mais. Voltei a Lisboa de jet, memória gravada: seda, esperma, mar. Inesquecível.