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Minha Experiência Luxuriosa na Villa Privada do Algarve

Acabámos de atracar o iate privado na baía exclusiva do Algarve. O sol poente tinge o céu de laranja, e o ar quente da noite portuguesa envolve-nos como um abraço pecaminoso. Eu, com o meu marido, recebemos o casal na nossa villa de luxo – mármore frio sob os pés descalços, cheiro a jasmim e champanhe Dom Pérignon a flutuar. Eles chegam de jet privado de Lisboa, ainda com o brilho do Pestana Palace nos olhos.

Olhares cruzam-se na sala ampla, com vista para o mar. ‘Bem-vindos, entrem’, digo eu, a voz baixa, sedutora. Visto um conjunto de lingerie vermelha de La Perla, portaligas soltos nas coxas nuas, botas pretas até ao joelho, kimono de seda semiaberto. O meu marido, em calças justas e camisa justa, sorri cúmplice. Eles mudam-se: ele em calções leves, ela num vestido vaporoso cor de fogo, cabelos soltos.

A Chegada ao Paraíso e a Tensão que Consome

A tensão é palpável, como o calor húmido da noite. ‘Tenho sede’, digo, e ele vai buscar água. Enquanto isso, o meu marido manda-a dançar. ‘Dança para mim, Elisabete.’ Ela hesita, depois move-se ao som de fado sensual das colunas Bose. Ele desce, valsam desajeitados, rindo. Eu observo do sofá de veludo, pernas cruzadas, o couro das botas a roçar.

Ele volta de joelhos, oferece o copo. ‘Bom rapaz. Outro.’ Ele obedece, nu agora, corpo maduro e confiante. Jogo um osso de silicone – ‘Vai buscar.’ Ele rasteja, boca no objecto, depõe aos meus pés. Acaricio-lhe o cabelo. ‘Bom cãozinho.’ O meu marido tem-na de joelhos, cabelos puxados, olhos vendados. Pluma e roda dentada na pele dela, gemidos ecoam.

O Clímax Selvagem e o Aftercare Divino

Autorizo-o a roçar as faces na minha bota. Ele treme de desejo. Ela, agora com tornozelos afastados, mãos presas, recebe gelo nos mamilos, na cona molhada. Pinças nos peitos dela e dele – simétrico, excitante. O meu molho bottado roça a sua pila dura. ‘Segue-me.’

Coloco-o perante ela, magic wand na cona dela. ‘Chupa-o sem gozar antes dela.’ Ela obedece, boca aberta, engolindo o caralho devagar. Eu vibro o clitóris dela, ele fode-lhe a boca. Ele geme, ao limite. ‘Gelo na base’, ordeno, e ele grita ‘Obrigado, senhora!’ Ela goza primeiro, corpo convulso, engasgando no caralho dele, que explode na garganta dela com um urro primal.

Desapertamos pinces, libertamos. Ela vai para o duche quente. Eu aninho-o no sofá, cabeça no meu ventre nu, carícias nos cabelos. ‘Foste perfeito.’ Ele sorri, relaxado. O meu marido abraça-a depois, sussurrando elogios. Sentimo-nos privilegiados – este luxo, este desejo sem tabus, nesta villa onde o mar sussurra segredos. O champanhe arrefece, a noite promete mais. Foi… sublime. Inesquecível.

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