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Noite de Luxo e Luxúria: Minha Aventura Selvagem numa Villa em Algarve

Era quase duas da manhã. O som das ondas batendo no iate ainda ecoava na minha cabeça, mas agora estávamos na villa de luxo na Algarve, depois do jet privado de Lisboa. O ar quente da noite portuguesa envolvia tudo, misturado ao perfume Chanel No. 5 de Virginia. Eu segurava uma taça de champanhe Dom Pérignon, gelado, borbulhante na língua. Romeu, o namorado dela, estava largado no sofá de couro italiano, bêbado da festa exclusiva no iate. Virginia piscou para mim, sorrindo maliciosa. ‘Ajuda-me a levá-lo para a suíte master?’

Levantei-me, pernas um pouco bambas do vinho. Peguei no braço dele, passei-o por cima do meu ombro. Subimos a escadaria de mármore, devagar, o corpo musculado dele pressionando contra o meu vestido de seda preta, que roçava na pele como um sussurro. Na suíte, com vista para o mar iluminado pela lua, deitámo-lo na cama king size, lençóis de seda egípcia. Virginia despiu-o devagar: camisa, calças, deixando-o só de cuecas. O calor era sufocante, não precisávamos de cobertor.

A Atmosfera Encantadora e a Tensão Crescente

Sentei-me na beira da cama, pés no chão macio. ‘Obrigada, querida.’ Ela sorriu. ‘Fica, se quiseres.’ Acenei com a cabeça, deitei-me ao lado dele, olhando o teto abobadado. Falámos da festa, rindo baixinho. Romeu roncava entre nós. Ela virou-se para mim, mão no peito dele, acariciando devagar. Os dedos dela traçavam círculos na pele bronzeada, descendo ao ventre. Eu observava, hipnotizada. O cheiro do suor dele misturado ao sal do mar…

‘Tens visto? O meu homem é uma máquina.’ Riu-se. ‘Olha estes músculos.’ Desci o olhar para as coxas grossas, de atleta. Ela deitou a cabeça no peito dele, mão mais abaixo, roçando as cuecas. Massageou por cima do tecido, forte. ‘Hoje não vai rolar, está mole que nem gelatina!’ Rimos alto, ele acordou sobressaltado, riu connosco, mão nos cabelos dela.

Ela continuou, mão agora dentro das cuecas, apertando a pila flácida. Eu sentia o calor subir, a minha cona a humedecer. Ele gemia baixinho, mas não endurecia. Desci as cuecas dele, revelando aquela pila grossa, mesmo mole, gland pesado tombando no pubis peludo. Incrível. Ela ajoelhou-se entre as pernas dele, chupou o gland devagar, como um gelado derretendo. Olhava-me nos olhos, provocante.

O Clímax Intenso e o Prazer Incontrolável

Não resisti. Aproximei-me, toquei nas bolas dele, pesadas, quentes. Ela sorriu, guiou a minha mão para a pila. Masturbei-o, devagar, sentindo a maciez. ‘Vai, chupa-a’, sussurrou, empurrando a minha cabeça. Abri a boca, o gland entrou apertado, enorme. Primeira vez com um caralho na boca, mas adorei o sabor salgado, o calor. Ela pressionou mais, fodi a boca com a pila dele, babando.

Ela despiu-me o vestido, mão na minha cona molhada, dedos dentro. ‘Estás ensopada, safada.’ Masturbava-me enquanto eu chupava Romeu, que agora endurecia, pila inchando na minha garganta. Gemi com ele na boca, ela enfiou dois dedos no meu cu, lubrificado pela minha baba. Bombeava forte, eu cambrava o rabo.

Ele gemia alto. Eu acelerei, lambi as bolas, chupei voraz. Ela masturbava-me por trás, dedo no cu, outro na cona. Gozei primeiro, jatos quentes no lençol de seda, corpo tremendo com a pila dele na boca. Ele veio logo, esperma grosso no meu rosto, na boca de Virginia, que lambia tudo. Limpámos-nos mutuamente, beijos com gosto de porra, lambendo o peito dele.

Deitei-me no ventre dele, pila mole nos lábios, mão nas bolas. Adormeci assim, saciada. Que privilégio esta vida: luxo, desejo sem limites. Acordei com o sol no Algarve, sorrindo para o que vivemos. Inesquecível.

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