Agosto de 2006, dez anos de casal, dois filhos pequenos, mas o meu desejo pelo João não esmorecia. Chegámos de jet privado a Lisboa, check-in no hotel cinco estrelas com vista para o Tejo, o ar cheirava a jasmim e maresia. Depois, yacht até à villa no Algarve – uma mansão branca com piscina infinita, lençóis de seda egípcia, garrafa de champanhe Dom Pérignon gelada à espera. A noite portuguesa era quente, húmida, o sol poente tingia tudo de laranja. Eu, com um vestido leve de linho, sem sutiã, sentia os seios firmes roçarem o tecido. O João olhava-me como no primeiro dia, fome nos olhos.
O pacote chegou por engano para mim. Abri no quarto da villa, um vibrador roxo, veinado, luxuoso como tudo ali. Pus no bureau dele, sem dizer nada – pudor, sabes? Nas férias, tensão sexual crescia. Uma noite, após dia na praia privada do yacht, voltei cansada. Deitei no sofá de couro italiano, saia florida subiu, stringinho enfiado entre as nádegas. Dormia quando ele chegou do ‘passeio de barco’. Parou, olhos fixos nas minhas curvas. Acordei com o seu beijo na perna, mão quente na pele bronzeada. ‘Queres experimentar o teu brinquedo com outra?’, disse eu, picada. Ele negou, mas o desejo fervia.
A Tensão Crescente no Paraíso Português
Ele beijou-me os braços, desceu às ancas, aos glúteos redondos. Gemi baixinho, surpresa. A boca dele nas minhas nádegas, língua traçando a linha do string. Abri as pernas, ele puxou o fio, lambeu a minha cona já molhada. O cheiro do meu sexo misturava-se ao sal do mar. Língua no clitóris, dedos nos mamilos duros sob o top de seda. Virei de costas, ele chupava-me voraz, nariz entre as nádegas. Gozei forte, ondas quentes, corpo tremendo no sofá de luxo.
Ele parou, foi à cozinha por vinho pétillante. Eu, atordoada, fui ver a miúda. Mais tarde, na cama king size, tomei a pílula para dormir – aquela que me desinibe. Mandei SMS: ‘Tens calor? Vem com o teu ‘amigo’. Ele subiu, nu, vibrador na mão. Beijámo-nos, línguas dançando, gosto a morango do champanhe. Dedos dele na minha toison castanha, enfiados na cona encharcada. Chupei os dedos molhados do meu mel. Ele lambeu os meus peitos, mordeu os bicos rosados.
O Clímax Selvagem e o Depois Divino
Empurrei-o, montei a cara dele. Cona na boca, vibrador ligado ronronando nas minhas grandes lábios. Ele penetrava-me com ele, girando, enquanto me chupava o cu. Gemi alto, ‘Fode-me com isso, caralho!’. Virei, 69: chupei a pila dele, grossa, veias pulsando, pré-gozo salgado. Ele enfiava o vibrador fundo, eu engolia a cabeça da pila até à garganta.
Ajoelhei de quatro, nádegas altas. Ele entrou na cona de uma estocada, pila dura batendo no colo. ‘Mais forte, João, fode-me como uma puta!’. Mãos nas minhas tetas, pinçando, vibrador no cu agora, vibrando insano. Gozei gritando, cona apertando a pila dele, squirt molhando os lençóis de mil euros. Ele explodiu dentro, porra quente jorrando, misturando-se ao meu sumo.
Caímos exaustos, suor misturado ao óleo de massagem Tom Ford. ‘O ‘amigo’ é brutal, amor. Quero mais.’, sussurrei. Ele sorriu, acendendo charuto cubano na varanda com vista mar. Privilégio puro: luxo, desejo satisfeito, nós dois mais unidos. Naquela villa, o prazer foi rei. Ainda sinto o eco no corpo.