Skip to content

Minha Noite de Luxo e Luxúria Selvagem em Algarve

Estava sozinha na villa de luxo em Algarve, depois de um dia inesquecível. Cheguei de jet privado de Lisboa, onde passei a manhã no hotel Palácio dos Reis, quarto presidencial com vista para o Tejo. O ar ainda cheirava ao perfume Creed Aventus dele, misturado ao sal do mar. A noite portuguesa era quente, úmida, janelas abertas deixando entrar a brisa do Atlântico. Nuas na cama king size de lençóis de seda egípcia, bebia um copo de champanhe Dom Pérignon, gelado, bolhas estalando na língua. Ele tinha saído mais cedo no iate para ‘um passeio’, disse. Mas eu o desejava. Fazia semanas sem sexo selvagem. Meu corpo ardia. Toquei-me devagar, dedos deslizando na minha cona molhada, imaginando a pila dele grossa, dura.

Dois da manhã. Insônia. O ventilador de teto girava preguiçoso, mexendo o ar pesado de jasmins do jardim. Olhei pela janela entreaberta, estrelas piscando sobre o mar negro. Meu clitóris pulsava. Enfiei dois dedos, gemendo baixo. ‘Oh, caralho…’, pensei nele me fodendo contra a parede de mármore. De repente, um estalo no terraço. Parei, coração acelerado. Gato? Intruso? Excitação misturada a medo. Meu mel escorria pelas coxas. Um vulto com lanterna fraca, logo abaixo. Merda. Levantei devagar, nude, peguei um robe de cashmere. Mas o desejo não ia embora.

A Atmosfera Luxuosa e a Tensão Crescente

Desci as escadas de pedra fria, pés descalços sentindo o granito aquecido pelo dia. Luz fraca do luar. E então, risos abafados. ‘Surpresa, amor!’, voz dele, grave, sexy. Luz acesa no terraço. Ele, bronzeado do iate, camisa branca aberta no peito, calças justas marcando o volume. Ao lado, ela: Ana, portuguesa de olhos verdes, morena como eu, mas mais curvilínea. Vestido preto soltinho, decote mostrando seios fartos. ‘Feliz aniversário!’, disse ela, sotaque lisboeta suave. Champanhe gelado, morangos com chocolate belga. Sentei-me na chaise longue de couro italiano, pernas trêmulas. ‘Vocês me assustaram… mas fico feliz.’ Ele piscou: ‘Sabia que ias adorar.’

A tensão subia. Ana serviu copos tilintando. Cheiro de baunilha no perfume dela, Chanel No.5. Conversa fluida: ‘Estava me tocando pensando em ti’, confessei, voz rouca. Ele sorriu predador: ‘Conta mais.’ Ana riu, mão na minha coxa, seda da pele dela quente. Beijos no pescoço dele, mãos dele nos meus seios. ‘Quero ver-vos juntas primeiro’, murmurou. Montei a tensão, lambendo o champanhe dos dedos dela.

O Clímax da Luxúria Intensa e Crua

No terraço iluminado por velas aromáticas, despimo-nos. Ele nos empurrou no sofá outdoor, almofadas de plumas. Ana ajoelhou, chupando a pila dele devagar, baba escorrendo, bolas cheias na mão. ‘Que grossa, caralho’, gemeu ela. Eu assistia, cona latejando, dedos dentro de mim. Ele me puxou: ‘Chupa comigo.’ Nossas línguas dançavam na cabeça inchada, veias pulsando, gosto salgado de pré-gozo. Ele gemia: ‘Fodam-se, vadias gostosas.’ Deitei Ana na chaise, abri as pernas dela, cona raspada, molhada brilhando. Lambi o clitóris inchado, sucos doces na boca, dois dedos fodendo o buraco apertado. Ela gritava: ‘Mais, puta! Lambe minha coninha!’ Ele meteu a pila na minha boca por trás, fodendo garganta, bolas batendo no queixo.

Virei de quatro, rabo empinado. Ele enfiou tudo na minha cona de uma vez, esticando até doer gostoso. ‘Toma, vadia luxuosa!’, grunhiu, palmadas nas nádegas deixando vermelhidão. Ana embaixo, chupando meu clitóris enquanto ele me arrombava, pila saindo e entrando com mel escorrendo. Troca: fodi a cara dela com a cona, sucos no nariz dela. Ele meteu no cu dela, apertado, ela berrou: ‘Fode meu rabo, caralho!’ Gozei primeiro, jatos quentes na boca dela, corpo convulsionando. Ele puxou, pila latejando, e gozou nas nossas caras, porra grossa pingando seios, quente, salgada. Limpamos lambendo tudo.

Depois, deitados nus no terraço, champanhe morno, estrelas acima. Corpos suados colados, cheiro de sexo misturado ao mar. ‘Foi… perfeito’, sussurrei, mão na pila amolecida dele. Ana beijou minha boca com resto de porra: ‘Somos privilegiadas.’ Senti-me rainha: jet, iate, villa, este prazer selvagem. Um momento único, luxo puro virando luxúria animal. Amanhã, mais. Portugal sabe recompensar.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *