Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Eu, Inês, uma lisboeta de 32 anos, sempre aberta ao prazer, fui convidada por Miguel, um magnata da costa oeste, com cara de playboy rico. Ele me pegou no aeroporto num jet privado, cheirando a couro novo e champanhe Dom Pérignon gelado. ‘Inês, prepare-se para o paraíso’, disse ele, com voz rouca, mão já na minha coxa.
Chegamos ao Four Seasons em Lisboa ao pôr do sol. O quarto suite no topo, vista para o Tejo dourado. O ar quente da noite portuguesa entrava pela varanda, misturado ao perfume dele, Creed Aventus, amadeirado e sexy. Ele me entregou um robe de seda preta, macio como pele nua. ‘Vista isso, minha delícia.’ Desci as escadas internas, sentindo a seda roçar meus mamilos duros. No jantar privado, caviar fresco, ostras salgadas, vinho verde pétillante que explodia na boca. Seus olhos devoravam meu decote. ‘Você é uma deusa, Inês. Quero te foder devagar primeiro.’ Meu coração acelerou, a umidade já escorrendo entre as pernas.
A Chegada ao Paraíso de Luxo e a Tensão Crescente
Depois, jet para Algarve. Voo curto, mas intenso: ele me beijou no pescoço, dedos traçando minha calcinha de renda. Cheiro de mar salgado invadiu quando pousamos. Um iate branco reluzente esperava na marina de Vilamoura. A noite caía quente, estrelas piscando. Subimos a bordo, o convés de teca macia sob pés descalços. Ele abriu uma garrafa de Moët, bolhas frias na pele quente. ‘Aqui, ninguém nos vê.’ Sua mão subiu pela minha saia, apertando minha bunda firme. Eu gemi baixinho, ‘Miguel, me come logo.’ Mas ele riu, ‘Paciência, puta linda.’
No iate, luzes baixas, música lounge pulsando. Ele me jogou no sofá de veludo, rasgando minha blusa. Meus peitos saltaram livres, mamilos rosados implorando. Chupou um, mordendo leve, enquanto dedos invadiam minha cona molhada. ‘Tão apertada, caralho.’ Eu arqueei, unhas nas costas dele. Tirei sua calça, o pau grosso saltando, veias pulsando, cabeça vermelha brilhando de pré-gozo. ‘Chupa, Inês.’ Engoli tudo, garganta funda, saliva escorrendo, bolas cheirando a macho excitado. Ele fodia minha boca ritmado, gemendo ‘Boa menina.’
O Clímax Selvagem no Iate e a Luxúria Desenfreada
Então, me virou de quatro no convés. O vento quente batia na pele suada. Pauzão entrou na cona de supetão, esticando tudo. ‘Ahhh, fode forte!’ Ele bombava selvagem, bolas batendo no cu, mãos apertando quadris. Mudei pra cavalgada, subindo e descendo no caralho dele, cona engolindo até o talo, sucos pingando. ‘Goza dentro, Miguel!’ Ele acelerou, dedão no meu cu apertado, me fazendo gritar. Vem gozo duplo: ele jorrando porra quente enchendo minha buceta, eu tremendo em orgasmos múltiplos, pernas moles.
Depois, no jacuzzi da villa em cliffs da Algarve, água borbulhante lavando o suor e porra. Ele me abraçou, ‘Você é insaciável, amor.’ Eu sorri, corpo saciado, cheiro de sexo e mar no ar. Senti-me rainha, privilegiada nesse mundo de luxo e luxúria pura. Nunca vivi algo assim. Ainda sinto ele dentro de mim.