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Noite de Luxúria em Lisboa: Do Ritz ao Iate Privado no Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Ainda sinto o cheiro do meu perfume Chanel Nº5 misturado com o suor salgado da pele dele. Lisboa à noite, quente como um abraço proibido. Cheguei ao Ritz por volta das 23h, num jet privado que me trouxe de Paris. Vestido de seda preta colado ao corpo, decote que mal segura os seios. A festa era exclusiva, máscaras de caveira chique, ossos bordados em cristal Swarovski. Luxo puro.

O lobby cheirava a jasmim e champanhe Dom Pérignon. Copo na mão, bolhas estalando na língua. Encontrei-o logo, o português alto, máscara de esqueleto dourado. ‘Queres dançar, boneca?’, sussurrou, voz rouca. Deixei a mão dele roçar minha coxa nua sob a fenda do vestido. A música pulsava, techno suave, luzes baixas. Pressionou-me contra si, senti o pau duro roçando minha cona através do tecido fino. ‘Estás molhada já?’, riu baixo. Mordi o lábio. Sim, estava.

A Tensão no Ritz de Lisboa

Mais dois se juntaram, máscaras iguais, corpos atléticos. Um cheirava a Creed Aventus, o outro a couro caro. Dançámos os três, eu no meio. Mãos por todo lado: uma apertando minha bunda firme, outra deslizando para dentro do vestido, beliscando o mamilo ereto. ‘Vem connosco’, disse o primeiro. ‘Iate espera no Tejo, Algarve ao amanhecer.’ Hesitei? Nem um segundo. O jet nos levaria depois, mas o iate era agora.

No iate, ancorados perto de Cascais, o ar salgado da noite portuguesa. Vela balançando suave. Despiram-me devagar. A seda escorregou pela pele, arrepios. Nuas, as cuecas deles saltaram, paus grossos, veias pulsando. ‘Chupa, puta chique’, ordenou um, empurrando na minha boca. Engoli fundo, saliva escorrendo, gosto salgado e quente. O outro lambeu minha cona inchada, língua rodando no clitóris, dedos fodendo fundo. Gemi alto, ecoando na noite.

O Clímax Selvagem no Iate

Deitei-me na cama king size, lençóis de linho egípcio. O primeiro meteu-me forte, caralho esticando a cona até doer de prazer. ‘Fode mais, rala!’, implorei. Batia nas minhas nádegas, vermelhas, marca das mãos dele. O segundo enfiou na boca, fodendo a garganta. Trocaram, um no cu apertado, lubrificado com óleo de massagem La Mer. Doía, mas gozei assim, corpo tremendo, squirt molhando os lençóis. ‘Agora todos’, riram. Eu de quatro, um na cona, outro no cu, o terceiro na boca. Ritmo selvagem, luxo virando luxúria animal. Gozaram dentro, esperma quente escorrendo pelas coxas.

Depois, vinho rosé gelado na pele, lambido devagar. Jogámos no deque, estrelas acima, ondas lambendo o casco. Mais uma ronda: eu montada, cavalgando um, chupando outro, mão no terceiro. Gozei tantas vezes que perdi a conta, corpo mole de êxtase.

De volta à villa no Algarve, jet nos trouxe ao alvorecer. Banho de mármore, espuma Chanel. Sinto-me rainha. Privilégio puro, esse fogo sem tabus. Ninguém como nós, nessa dança de morte e vida, prazer eterno. Quero mais. Já.

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