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Minha Noite de Luxúria Inesquecível: De Lisboa ao Iate na Algarve

Este verão em Lisboa, o ar estava quente, mas elegante, como um vinho espumante gelado. Eu e a minha amiga Sofia, estávamos no bar do Four Seasons, aquele hotel 5 estrelas com vistas para o Tejo. O cheiro de jasmim misturado com Creed Aventus no ar… hum, delícia. Encontrámo-nos com o Pedro, um conhecido de festas VIP, que nos apresentou o Miguel. Meu Deus, quando ele saiu do elevador… 1,80m, peito largo sob a camisa de linho branca, jeans justos nos glúteos firmes. Um deus grego, 28 anos, olhos castanhos que me devoravam. A boca secou. Queria já montar nele ali mesmo.

Sentámo-nos no sofá de couro macio. Copos de champanhe Dom Pérignon tilintavam. ‘Estás linda esta noite’, disse ele, voz grave, mão roçando a minha de leve. Eletricidade. Sofia e Pedro riam de histórias antigas, mas eu só sentia o dedo dele traçando círculos na minha palma. O calor subia. ‘Queres ver a suite panorâmica?’, sussurrou. Hesitei… ‘Sim, vamos.’

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Subimos. A suíte era um sonho: cama king size com lençóis de seda egípcia, varanda com Lisboa aos pés. Ele fechou a porta. O perfume dele invadiu-me. Beijou-me devagar, lábios quentes, língua dançando na minha. ‘Marta, és irresistível’, murmurou, mãos nos meus seios sob o vestido de seda. Gemi baixinho. A noite portuguesa aquecia tudo.

Pedro ligou: ‘Vamos para o iate na Algarve? Jet privado espera.’ Luxo puro. Aceitámos. No jet Gulfstream, mãos dele na minha coxa, champagne fluindo. Chegámos ao pôr do sol, iate de 40 metros ancorado na baía de Lagos. Vela branca, deck de teca, caviar e ostras à espera. Sofia e Pedro foram para a cabine deles, piscando o olho. ‘Boa noite, amor’, disse ela.

Miguel puxou-me para o deck privativo. A brisa salgada da Algarve na pele. ‘Quero-te agora’, disse, despindo o meu vestido. Fiquei nua, só salto alto. Ele ajoelhou, língua no meu clitóris inchado. ‘Estás molhada pra caralho’, rosnou. Gemi alto, mãos no cabelo dele. O mar balançava o iate, ondas lambendo como ele lambia a minha cona. Dedos dentro, fodendo devagar, sucos escorrendo.

O Êxtase Selvagem no Iate da Algarve

Levantei-o. Desabotoei a camisa, lambi o peito musculado, salgado de suor. Calças abaixo, o caralho dele saltou: grosso, veias pulsantes, 20cm de pau duro. ‘Chupa-me, Marta.’ Obedeci. Boca cheia, língua no glande, saliva escorrendo. Ele gemia: ‘Assim, vadia gulosa, engole tudo.’ Massajei as bolas pesadas, dedo no cu dele, que ele adorou. ‘Fode a minha boca’, pedi. Ele empurrou, limando fundo, garganta apertada.

Deitei no deck, pernas abertas. ‘Enfia esse caralho em mim.’ Ele entrou num golpe, enchendo a cona até ao útero. ‘Que buceta apertada, fodo-te como uma puta de luxo.’ Bombeava forte, bolas batendo no cu. Mudei de posição: de quatro, vendo o mar negro. Ele puxava o cabelo, palmadas na bunda. ‘Grita, caralho!’ Gozei primeiro, cona contraindo, squirt molhando o deck. Ele acelerou: ‘Vou gozar dentro.’ Encheu-me de porra quente, jatos grossos.

Ficámos ali, suados, abraçados sob as estrelas. Ele beijou o pescoço: ‘Foi épico, minha deusa.’ Limpei-nos com toalhas de linho, champagne para brindar. De volta à villa privada em Lagos, piscina infinita, revivemos duas vezes mais. Ele no meu cu na última, devagar, luxurioso.

Agora, sozinha no hotel, sinto o privilégio. Poucos vivem assim: jet, iate, macho perfeito. Cada memória – o gosto salgado dele, seda na pele, luxúria selvagem – arde em mim. Foi mais que sexo; foi um banquete de desejos. Quero mais.

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