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A Minha Paixão Inesquecível na Suite de Luxo em Lisboa

Lembro-me como se fosse agora. Entrei na suite presidencial do hotel mais exclusivo de Lisboa, o cheiro a jasmim fresco e champanhe Dom Pérignon no ar. Eu, com o uniforme impecável de camareira VIP, mas o coração a bater forte. Ele estava lá, debruçado sobre a secretária de mármore, absorto no laptop. Diga ‘bom dia’, murmurou ele, sem levantar os olhos. Mas quando me aproximei para arrumar as cinzas do seu charuto cubano, senti o seu perfume, Creed Aventus, misturado com algo cru, masculino. ‘Este caos aqui… acho que nem vale a pena tentar’, disse eu, com um tom provocador. Ele ergueu o olhar. Aqueles olhos castanhos profundos. Um segundo. Tudo mudou.

Sorri, desviando o olhar, mas voltei logo. Rimos de uma piada boba. A boca dele, carnuda, pedia beijos. Comecei a limpar devagar, os movimentos lentos, roçando o braço no dele de propósito. O quarto era um sonho: lençóis de seda egípcia, vista para o Tejo ao pôr do sol, a brisa quente portuguesa a entrar pela varanda. Ele não piscava. Eu, 35 anos, curvas generosas, cabelo loiro ondulado solto agora, sentia o calor subir. O meu vestido justo marcava os seios, as coxas. A tensão era palpável, como eletricidade.

A Atmosfera Elétrica da Suite Presidencial

No dia seguinte, esperei. Ele pediu serviço extra. Entrei, o coração disparado. ‘Fico feliz por a ver, com tanta poeira acumulada’, brincou ele. Ri, apontando os maços vazios: ‘E nos pulmões, mas aí não posso ajudar muito’. Aproximou-se. O aroma de canela no meu cabelo misturava-se ao dele. Limpava a mesa, a mão quase tocando a dele. Calor. A verga dele endurecia nas calças de linho. Atrás da cadeira dele, para limpar o quadro, rocei nas costas. Ele inclinou-se. Ombro contra os meus rins. Não recuei. A respiração dele quente no meu pescoço.

Virei-me. A mão dele na minha cara. Beijámo-nos. Línguas selvagens, mentol e desejo. ‘Quero-te’, sussurrou. Desabotoou o meu vestido, a seda deslizando pela pele. Seios livres, mamilos duros. Chupou-os, mordendo suave. Eu gemi, a cona já molhada. Tirei-lhe a camisa, desci as calças. O caralho dele, grosso, latejante, pré-gozo na ponta. Segurei-o, branquei devagar. Ele ajoelhou-se, cheirou a minha buceta através das cuecas de renda. Rasgou-as. Língua na minha fralda loira e castanha, lambendo o clitóris inchado. ‘Estás tão molhada, caralho’, grunhiu. Chupei a fenda, o gosto doce como manga. Gozei na boca dele, unhas no cabelo.

O Êxtase Selvagem e o Depois Divino

Levantei-me, sentei na secretária. Ele enfiou o caralho até ao fundo da minha cona apertada. Fodi-mo-nos como animais. Eu por cima, cavalgando, os músculos da boceta a apertá-lo. ‘Mais forte, fode-me!’, pedia eu. Ele agarrou as nádegas, batendo fundo. Gozei primeiro, gritando, o corpo a tremer. Ele explodiu dentro, porra quente a encher-me. Ficámos colados, suor, cheiro de sexo e luxo. ‘Meu amor…’, disse ele.

Depois, o paraíso. Vestimo-nos a rir do risco – a porta entreaberta, vozes no corredor. Mas ele trancou-a. Champagne gelado, beijos lentos. ‘Vem comigo’, disse. Jet privado nos esperava. Voámos para a Algarve, iate ancorado na baía. No deck, sob estrelas, nuos na brisa salgada, fodemo-nos de novo. Eu de quatro, ele a penetrar devagar, mãos na seda da minha pele. Sentia-me rainha, privilegiada. Aquela luxúria selvagem num mundo de elite. Nunca esquecerei. Foi mais que sexo – foi o meu segredo perfeito.

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