Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Foi no Pestana Palace, aquele hotel 5 estrelas em Lisboa, com tetos dourados e o cheiro de jasmim no ar. Cheguei de jet privado, o couro dos assentos colando na minha pele suada pela noite quente portuguesa. Eu, Inês, 32 anos, portuguesa de sangue quente, vestida num vestido de seda preta que roçava meus mamilos a cada passo.
Encontrei João e Sofia no bar. Ele, empresário rico, olhos escuros e mãos fortes. Ela, loira elegante, perfume Chanel No. 5 que me invadiu as narinas. Brindamos com champanhe Veuve Clicquot, bolhas estourando na língua, frias e doces. ‘Você é linda, Inês’, ele disse, a voz grave, dedo roçando meu joelho debaixo da mesa. Sofia sorriu, mordendo o lábio. ‘Quer vir pra nossa suite?’. Meu coração acelerou. Sim. Queria.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
Na suíte, luzes baixas, lençóis de 1000 fios. O calor da noite entrava pela varanda. Desci o zíper devagar, a seda escorregando pelos ombros. Eles me olhavam, famintos. João me puxou, beijou meu pescoço, barba por fazer arranhando. Sofia atrás, mãos na minha bunda, unhas curtas cravando. ‘Quero te provar’, ela sussurrou. Meu corpo ardia. Molhada já, a calcinha encharcada.
Pegamos o jet de novo, voo curto pra Algarve. No iate ancorado na baía, ondas batendo suave, estrelas no céu. Villa de luxo ao fundo, mas ficamos no deck. Nuas, pele brilhando com óleo de coco. João de pé, caralho duro, grosso, veias pulsando. Eu ajoelhei, chupei devagar, língua no saco, engolindo até a garganta. ‘Porra, Inês, que boca gulosa’, ele grunhiu, mão no meu cabelo.
Paixão Selvagem no Iate da Algarve
Sofia se deitou, pernas abertas, cona raspada e inchada, brilhando. ‘Lambe ela’, João mandou. Mergulhei, gosto salgado e doce, clitóris duro na minha língua. Ela gemia alto, quadris rebolando: ‘Mais, caralho, mais fundo!’. João me fodeu por trás, caralho enfiando na minha cona molhada, bolas batendo na bunda. Pauzadas fortes, eu gritava na boca dela. Troca: ela no meu cu, dedos abrindo, ele na cona. ‘Fode meu cu, João!’, implorei. Ele obedeceu, lubrificante escorrendo, entrando devagar, depois selvagem. Três corpos suados, gemendo, o luxo virando luxúria pura. Eu gozei primeiro, esguichando no deck, pernas tremendo. Sofia veio na minha cara, suco quente. João gozou dentro, enchendo meu cu de porra quente.
Depois, deitados no iate, champanhe gelado na pele, risadas baixas. ‘Isso foi… perfeito’, Sofia disse, beijando minha coxa. João acendeu um charuto cubano, fumaça doce no ar salgado. Senti-me privilegiada, rainha de um mundo de desejo sem limites. Meu corpo marcado, satisfeito, cheirando a sexo e luxo. Nunca me senti tão viva. Quero mais. Sempre mais.