Acabei de voltar dessa loucura. Ainda sinto o corpo a pulsar. Cheguei ao Four Seasons em Lisboa ao fim da tarde, o ar carregado com o perfume Creed Aventus dele, misturado ao sal da noite portuguesa. O vestido de seda preta colava-se à pele, arrepiando os mamilos. No bar, luzes suaves, copos de cristal tilintando. Ele estava lá, misterioso, uns 50 anos, barba de três dias, olhos que perfuravam. ‘Inês, senta-te’, disse com voz rouca, voz de quem manda no mundo.
Brindámos com Dom Pérignon, bolhas cremosas explodindo na língua, doces e frias. Falámos de viagens, de desejos. A mão dele roçou a minha coxa por baixo da mesa. ‘Queres algo mais excitante?’, murmurou. Hesitei… sim. Jet privado esperava no aeroporto. Subimos, couro macio dos bancos, champagne a fluir. Olhava para ele, imaginando o caralho duro. Aterrámos na Algarve, carro blindado levou-nos ao iate ancorado na baía de Lagos. Noite quente, brisa marinha, estrelas piscando.
A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente
No deck, villa flutuante de luxo, jacuzzi borbulhando. Despiu-me devagar, a seda escorregando, expondo a cona já molhada. ‘Estás linda, safada’, sussurrou, beijando o pescoço. Lambi os lábios dele, gosto a vinho e homem. Caí de joelhos, abri a braguilha. O caralho saltou, grosso, veias pulsantes, cheiro almiscarado. Chupei o cabeça, língua rodando, saliva escorrendo. Ele gemia, ‘Assim, boa puta’. Engoli até à garganta, bolas pesadas na mão.
Levantou-me, atirou-me para a cama king size, lençóis de linho egípcio. Abriu as minhas pernas, língua mergulhando na cona. ‘Que delícia, tão molhada’. Chupava o clitóris, dedos fodendo o buraco apertado. Gritei, ‘Mais, fode-me!’. Virou-me de quatro, cuspiu no cu, dedo entrando devagar. ‘Queres no cu também?’. Sim, tudo. O caralho entrou na cona primeiro, fundo, batendo no colo. Ritmo selvagem, mamilos roçando a seda, suor misturado ao óleo de massagem Tom Ford.
O Êxtase Selvagem no Iate da Algarve
Tentáculos? Não, mas as mãos dele eram mágicas. Apertava as tetas, pinçando mamilos duros. Mudou, caralho no cu agora, grosso abrindo-me toda. ‘Grita, Inês!’. Fodia sem piedade, cona vazia mas dedos preenchendo, tríplice penetração imaginada. Gozei primeiro, cona contraindo, squirt molhando os lençóis. Ele acelerou, ‘Vou encher-te’. Jatos quentes no cu, escorrendo pernas abaixo. Caímos exaustos, corações batendo forte.
De manhã, café no iate, sol dourado na pele bronzeada. Olhei para ele, sorriso satisfeito. ‘Foi épico’, disse. Ele riu, ‘Volveremos’. Senti-me rainha, privilegiada. Essa vida de luxo, iates, jets, fodas intensas… ninguém merece mais. Ainda cheiro a sexo e Chanel. Quero mais.