Eu sou a Inês, lisboeta de gema, e acabei de voltar dessa loucura. Tudo começou num estúdio fotográfico chique no Chiado. Eu posava nua, sentindo o ar fresco na pele depilada, quando ele entra. Gonçalo, alto, confiante, com aquele cheiro de colônia Creed Aventus que me deixou tonta. Ele financiara o estúdio, disse. Eu me escondi atrás do biombo, mas o espelho traiu… ele viu tudo, o meu rabo redondo, a cona lisa. Hum… corei, mas excitei-me.
No dia seguinte, ele me convida para jantar no Tivoli, hotel 5 estrelas. Chego de vestido de seda preta, colando na pele suada da noite quente de Lisboa. O quarto é um sonho: vista para o Tejo, lençóis de fio egípcio, champanhe Dom Pérignon gelado. ‘Inês, deixa-me ver-te como no estúdio’, sussurra ele, os olhos famintos. Eu hesito… ‘Não sei, Gonçalo…’. Mas o vinho pétillante sobe à cabeça, doce e ácido na língua. Ele me beija, mãos firmes na nuca, perfume misturado ao meu Chanel No. 5. Desço o vestido, seios livres, mamilos duros. Ele geme: ‘Que tetas perfeitas, firmes mas pesadas’. Eu abro as pernas devagar, sentindo a umidade crescer.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
De repente, ‘Vamos para o Algarve, agora’. Jet privado no aeroporto, só nós dois. O ronco suave, couro dos bancos aquecendo a pele. Chegamos à villa de luxo na falésia, iate ancorado na praia privada. Noite alentejana quente, brisa salgada. No iate, de biquíni fio dental, eu topless como ele gosta. ‘Estás pronta para mim?’, pergunta, nu, caralho já meia-bomba, grosso e veiado. Eu engulo em seco… ‘Sim, fode-me como mereço’.
Ele me deita no deck de teca polida, óleo de massagem Ylang-Ylang escorrendo pelos seios. Língua no pescoço, descendo… chupa os mamilos, mordendo leve, dorzinha boa. ‘Ah… Gonçalo…’. Mãos abrem minhas coxas, dedos na cona molhada. ‘Estás encharcada, puta deliciosa’. Ele lambe o clitóris, lento, circulares, eu arqueio as costas, gemendo alto. ‘Mais… come-me toda’. Dedos entram, dois, três, esticando, enquanto a língua fode o buraco. Eu gozo rápido, jatos quentes na cara dele, corpo tremendo na noite morna.
O Êxtase Intenso e Sem Filtros
‘Quero o teu cu agora’, rosna ele. Eu viro de quatro, rabo empinado, vendo o mar negro. Lubrificante aquecido, frio no ânus primeiro… dedo entra fácil, eu gemo: ‘Vai, fode o meu cu apertado’. Ele posiciona o caralho, cabeça grossa pressionando. ‘Relaxa, minha vadia de luxo’. Empurra devagar, centímetro a centímetro, ardor delicioso, preenchendo tudo. ‘Caralho, que cu virgem não és’. Começa a bombar, pausado, depois selvagem, bolas batendo na cona. Eu grito: ‘Mais forte! Arromba-me!’. Seios balançando, suor misturado ao óleo, cheiro de sexo e mar. Ele agarra os quadris, fode como animal, eu gozo de novo, cu contraindo no pau dele. ‘Vou gozar dentro!’, avisa. Sim… sinto o leite quente inundando, escorrendo pelas coxas.
Depois, deitados no deck, champanhe na mão, estrelas acima. Corpo mole, satisfeito, pele pegajosa de suor e porra. ‘Foi épico, Inês. Luxo e luxúria pura’. Eu sorrio, sentindo-me rainha. Villa, iate, jet… privilégio total. Voltei a Lisboa a voar, mas levo o ardor no cu e na alma. Quero mais dessas noites fora do comum.