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Noites de Luxo em Lisboa: Minha Aventura Selvagem com António

Acabei de voltar de uma loucura inesquecível. Estava no Tivoli Palacio da Paz, aquele hotel 5 estrelas no coração de Lisboa. O ar cheirava a jasmim e mar, misturado com o perfume dele, um Creed Aventus que me deixou tonta. Eu, Maria, 35 anos, portuguesa de gema, solteira e faminta por luxo e sexo. Vestia um vestido de seda preta que roçava a pele como um amante. No bar, champagne Dom Pérignon borbulhava no copo, fresco e ácido na língua.

Ele apareceu do nada. António, italiano radicado cá, alto, cabelo escuro penteado de lado, olhos azuis penetrantes. Tipo técnico chique, consertava o sistema VIP do hotel. Sorriu para mim enquanto eu reclamava do Wi-Fi na suite. ‘Deixa comigo, linda’, disse, voz grave, com sotaque que arrepiava. Sentei-me ao balcão, pernas cruzadas, sentindo o calor da noite portuguesa subir. Ele trabalhava no laptop, mas os olhares… ah, aqueles olhares. Não eram de piada, eram de caça. O coração acelerou. ‘Queres um copo?’, perguntei. Ele aceitou, dedos roçando os meus. Eletricidade.

A Tensão no Hotel de Luxo

Conversa banal no início. O escritório dele, cheio de invejosos. Eu ri, contei das minhas viagens de jet privado. A tensão crescia. ‘Gostas de arriscar?’, murmurou, mão na minha coxa por baixo da mesa. Hesitei… não, menti. ‘Adoro.’ Bebemos mais, o álcool aquecia o ventre. ‘Vem ver se ficou bom na suite’, convidei. Elevador privativo, cheiro de couro e desejo. Porta fecha, ele me encosta à parede. Beijo faminto, língua invadindo, mãos na seda rasgando devagar. ‘Quero-te agora’, sussurrou.

Subimos para o jet privado que eu tinha alugado para a Algarve. No iate ancorado na marina de Vilamoura, lua cheia, ondas batendo suave. Villa de luxo ao fundo, mas ali, no deck de teca polida, o luxo virava luxúria selvagem. Ele me despiu devagar, seda caindo como água. Peitos expostos ao ar salgado, mamilos duros. ‘Que cona perfeita’, disse, ajoelhando. Dedos abrindo-me, língua lambendo o clitóris devagar, depois rápido. Gemi alto, ‘Chupa mais, caralho!’. Ele obedeceu, dois dedos dentro, fodendo-me enquanto sugava. Gozei na boca dele, pernas tremendo, sabor salgado misturado ao vinho na pele.

A Luxúria no Iate Privado

Agora era a minha vez. Tirei-lhe a camisa, peito liso, cheiro de suor homem e colónia. Braguilha aberta, o caralho saltou, grosso, veias pulsando, cabeça rosada brilhando de pré-gozo. ‘Que pila enorme’, murmurei, mão apertando a base. Lambei do saco às bolas, suguei devagar, boca cheia. Ele gemia, ‘Fode a boca, Maria!’. Enfiei fundo, garganta aberta, baba escorrendo. Masturbei-o forte, língua no freio. Ele me virou, cu exposto. ‘Quero foder-te aqui.’ Lubrificante de luxo, frio na pele quente. Cabeça pressionando o cu apertado. ‘Vai devagar…’, pedi. Entrou centímetro a centímetro, enchendo-me. Dor boa virando prazer. Fodia forte agora, bolas batendo na cona molhada. ‘Mais, fode o meu cu!’, gritei. Dedos no clitóris, duplo prazer. Gozou dentro, quente jorrando, eu explodi de novo, corpo convulsionando no deck.

Deitados depois, champanhe gelado na pele suada, estrelas acima, iate balançando. Senti-me rainha, privilegiada. Aquele homem, aquele luxo, aquela foda crua num paraíso. ‘Foi o melhor da minha vida’, confessei. Ele sorriu, ‘Há mais’. Voltei de jet, pernas moles, cona dolorida mas feliz. Sem arrependimentos, só desejo de mais. Luxo e luxúria, perfeita combinação portuguesa.

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