Era segunda-feira, quase 19h. O suite do Ritz Lisboa cheirava a jasmim fresco e ao meu perfume Creed Fleurissimo, doce e provocante. A seda do robe roçava a minha pele nua por baixo, arrepiando-me. Vista para o Tejo, o sol poente tingia tudo de laranja. Esperei por ele, o copo de Dom Pérignon na mão, bolhas crepitando na língua. Fazia horas que sonhava com isto, o meu homem, CEO charmoso na casa dos 50, alto, elegante no fato Tom Ford.
A porta abriu. Ele entrou, cansado, mas os olhos famintos. Largou a pasta de couro, afrouxou a gravata de seda. Sem palavras. Eu levantei-me, o robe escorregou um pouco, revelando a lingerie preta La Perla. Aproximei-me, ajoelhei devagar. Ele sorriu, mão na minha nuca. ‘Minha puta linda’, murmurou, voz rouca. Desabotoei as calças, o cheiro do seu pau já me invadia, misturado ao almíscar do dia. Saí-o, grosso, veias pulsantes, semi-duro. Lambi a cabeça, salgado, quente. Ele gemeu baixo.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão que Cresce
Chupei devagar, língua rodando no glande, sentindo-o endurecer na boca. As coxas dele, fortes sob o tecido, tremiam levemente. Ele enfiou mais fundo, ‘Assim, engole tudo’. A baba escorria, molhava o meu queixo. Ele baixou as minhas calcinhas de renda, dedo na minha cona molhada. ‘Estás encharcada, safada’. Dois dedos entraram, fodendo-me enquanto eu mamava a pila dele, bolas cheias batendo no meu queixo. O calor da noite lisboeta entrava pela janela, suor perlando a pele dele, poiludo no peito aberto da camisa.
Ele puxou-me o cabelo, fodeu a minha boca com força. ‘Para, quero durar’. Levantou-me, atirou-me na cama king size, lençóis de algodão egípcio macios. Rasgou a lingerie, chupou os meus mamilos duros. Eu gemi, ‘Fode-me, por favor’. Mas ele quis mais. Virou-me de quatro, cuspiu na minha raba, enfiou três dedos no cu apertado. ‘Gostas disto, vadia?’. Sim, arfei, empinando. A pila dele roçava a minha cona, mas ele provocava, batendo nas nádegas. Finalmente, enfiou tudo, pauzão rasgando-me, bolas batendo. Fodia selvagem, o luxo do quarto contrastando com a luxúria crua. ‘Vou gozar na tua cara, abre a boca’.
O Prazer Intenso e o Contrecoup Privilegiado
Ele saiu, virou-me, masturbou furiosamente. Olhos nos meus, dominante. ‘Pede o meu leite’. ‘Dá-me o teu esperma todo, por favor!’, supliquei, língua fora. Ele explodiu, jatos quentes no rosto, na boca, nos cabelos. Bouillante, grosso, escorrendo pelo pescoço. Engoli o que caiu na língua, salgado e amargo. Ele sacudiu o pau em mim, limpando-se. Caímos exaustos, ele beijou-me a testa.
Depois, banho de mármore, sabão Tom Ford cremoso. Brindámos com champanhe gelado, risos. Jet privado esperava no aeroporto, 30 minutos para o Algarve. No iate ancorado na baía de Lagos, brisa salgada, estrelas. Villa de luxo ao fundo, piscina infinita. Deitei na cama balouçante, corpo dormente de prazer, sentindo-me rainha. Ele ao lado, mão na minha coxa. ‘Só contigo é assim’. Privilégio puro, desejo satisfeito, noite portuguesa inesquecível. Amanhã? Mais luxúria.