Ontem, saí do trabalho em Lisboa, cansada, e lá estava ele. O Miguel, meu amor de verão das praias da Algarve, anos atrás. Ele, agora no Brasil, de volta só para mim. ‘Inês, vem comigo’, disse, com aquela voz grave. Sorri, o coração acelerou. Ele me esperava num Mercedes, cheirando a Creed Aventus, aquele perfume caro que me deixa tonta.
Levou-me ao Bairro Alto Hotel, 5 estrelas puro luxo. Compramos um vestido de seda preta numa boutique ali perto, justo na minha pele morena. ‘Estás irresistível’, murmurou, mão na minha cintura. No jantar, sob a veranda com vista para o Tejo, provamos ostras frescas e Dom Pérignon gelado, borbulhas no paladar, doce e ácido. A noite quente portuguesa envolvia-nos, ar salgado do rio. Falámos do passado, risos, toques acidentais. Os olhos dele devoravam-me os seios sob o decote. ‘Quero-te agora’, sussurrou. Senti a humidade crescer entre as pernas.
A Surpresa Luxuosa e a Tensão Crescente
Subimos à suite presidencial. Tapetes persas macios, cama king size com lençóis de seda egípcia. Ele trancou a porta, puxou-me contra ele. Beijos famintos, línguas dançando. Tirei-lhe a camisa, unhas nos peitos dele. ‘Foda-se, Inês, és tão molhada’, disse, mão na minha cona por cima da calcinha de renda. Gemi, sim. Ele ajoelhou-se, ergueu o vestido, cheirou-me como um lobo. ‘Cheiras a desejo puro’.
Deitei-me na cama, pernas abertas. Ele lambeu devagar, língua na minha entrada rosada, chupando o clitóris inchado. ‘Assim, caralho, mais forte!’, pedi, mãos no cabelo dele. Dedos dentro, curvados no ponto G, eu tremia. Gozei na boca dele, sucos escorrendo. Ele limpou os lábios, pau duro como pedra, 20cm latejantes, veias pulsando. ‘Chupa-me’, ordenou. Obedeci, boca cheia, garganta funda, bolas pesadas na mão. Salgado, grosso, engasguei de prazer.
O Sexo Selvagem na Suite Presidencial
Ele me virou de quatro, cuspiu na minha cona ensopada, enfiou tudo de uma vez. ‘Ahhh, fode-me forte!’, gritei. Pistões selvagens, bolas batendo no clitóris, cama rangendo. Mudei para cowgirl, cavalguei, seios balançando, unhas no peito dele. ‘A tua cona aperta-me tão bem’, rosnou. Virei de costas, reverse, ele batia no cu enquanto me fodia. Depois, dedo no cu, lubrificado com meus sucos. ‘Quero o teu cu agora’. Relutante? Não. Empurrei contra ele. Cabeça entrou devagar, ardor bom, depois todo o caralho no meu rabo apertado. ‘Porra, que cu virgem!’, gemeu. Fodi-lo de volta, mão na cona, gozei anal, contrações milkando-o. Ele explodiu dentro, jatos quentes enchendo-me as entranhas, transbordando.
Caímos exaustos, suor misturado, cheiro de sexo e Chanel no ar. Acordámos abraçados, ele beijou-me o pescoço. ‘Vens comigo no jato para o iate na Algarve amanhã?’. Sorri, privilegiada. Esta noite foi além do luxo: fusão total, luxúria pura num palácio. Sinto-me rainha, satisfeita, corpo dolorido mas alma plena. Nunca mais o deixo escapar.