Skip to content

Minha Experiência Erótica Luxuosa: De Lisboa ao Iate no Algarve

Acabo de voltar dessa loucura. Estava no meu hotel 5 estrelas em Lisboa, o Bairro Alto, suite com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, minha pele arrepiada pela seda do robe. Ele, um francês elegante, Frédéric, olhava-me como se eu fosse o único desejo do mundo. Quase nu, o corpo firme aos 40, músculos tensos. Eu, nua debaixo da lingerie de La Perla, curvas cheias, confiantes. Senti o calor da noite portuguesa subir.

‘Queres um beijo nos meus seios? Direito ou esquerdo?’, perguntei, voz baixa, provocante. Ele gaguejou, olhos famintos. ‘Os dois’, murmurou. Ri, um riso suave. ‘Mas eu toco no teu pau em troca.’ Ele acenou, sim. Aproximei-me devagar. O perfume dele, Creed Aventus, invadiu-me. Inclinei-me, lábios secos roçando o mamilo esquerdo. Chupei devagar, língua rodando a dureza. Ele gemeu. Pressionei a boca, como se quisesse devorá-lo. A mão dele tremia no ar.

A Montada da Tensão no Hotel de Elite

Passei ao direito, mais lento, saboreando. Ele endureceu mais. Agora a minha vez. Dedos deslizando no boxers de seda, sentindo a verga pulsar. Veias marcadas, bolas pesadas. Apertei, masturbando por cima do tecido. ‘Devagar’, disse ele, ofegante. Mas eu acelerei, palma envolvendo as bolas, quentes, cheias de porra. Ele tremeu. Paramos, olhos cruzados, ar elétrico. ‘Pausa’, eu disse, beijando-o leve. O vinho pétillant na mesa, bolhas dançando como o nosso desejo.

Jet privado nos levou ao Algarve ao pôr do sol. Iate ancorado, villa de luxo esperando. No convés, brisa salgada misturada ao suor. Tirei o robe, nua. Ele vestiu o string de tulle negro que eu trouxe, pau saltando para fora, gland vermelho brilhando. ‘Gostoso assim?’, provoquei. Ele corou. Ajoelhei, língua no prepúcio, lambendo bolas peludas. Chupei os pelos, mordisquei. Subi, circundando o gland, pré-gozo salgado na boca. Engoli a verga toda, sugando forte, garganta apertando.

O Êxtase Cru no Iate e a Villa Privada

Ele agarrou meu cabelo. ‘Vou gozar!’, grunhiu. Afastei-me, porra jorrando no meu peito, quente, espessa. Esfreguei nos mamilos, creme de luxo. Ele ofegava, envergonhado. ‘Agora a minha cona’, supliquei, subindo no balcão da villa. Pernas abertas, lábios inchados, molhada pingando. Ele mergulhou a cara, língua na entrada, chupando o clitóris inchado. Dedos na minha raba, roçando o cu. Lambeu voraz, eu gritava, ‘Fode com a língua!’. Orgasmo veio em ondas, corpo convulsionando, squirt no rosto dele.

Depois, deitados na cama king size, lençóis de 1000 fios, champanhe gelado na pele. Senti-me rainha, privilegiada. Ele beijou meu pescoço. ‘Nunca vivi isso’, confessou. Eu sorri, saciada. Luxo e luxúria misturados, memória eterna. A noite portuguesa selou-nos para sempre.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *