Estávamos no iate dele, um monstro de luxo ancorado na baía de Lagos, Algarve. O sol poente tingia o céu de laranja, e o ar cheirava a sal e jasmim selvagem. Eu, Sofia, portuguesa de Lisboa, tinha conhecido Patrick num hotel 5 estrelas no Chiado. Ele, um irlandês rico, nos convidou pro jet privado até aqui. Minha prima Gwyn, ruiva irlandesa de olhos verdes, veio junto. Nosso barquinho afundara mais cedo – pânico puro –, e ele nos salvou como um herói de filme.
Agora, na cabine principal, tudo era opulento: lençóis de seda egípcia, champanhe Dom Pérignon gelado, o zumbido suave do ar condicionado misturado à brisa quente da noite portuguesa. Patrick, seminu, com aquele corpo atlético bronzeado, nos olhava com desejo. ‘Vocês estão seguras agora, meninas’, disse ele, voz grave, servindo taças. O líquido borbulhava na minha boca, doce e ácido, subindo à cabeça. Senti a seda roçar meus mamilos duros sob o robe fino.
A Tensão no Iate Exclusivo
Gwyn se aproximou, os cabelos ruivos desgrenhados, só de camiseta dele, que mal cobria as coxas. ‘Capitão, posso entrar na conversa?’, piscou ela, sentando na beira da cama king size. Eu ainda tremia do resgate, mas o medo virava tesão. ‘Gwyn… eu… fui histérica mais cedo’, confessei, corando. Patrick riu: ‘Você me violou um pouco, mas eu adorei’. Ele ainda estava duro dentro de mim, quente, latejante. O cheiro dele – colônia cara, suor masculino – me inebriava.
Ela puxou o lençol, expondo-nos. ‘Hmm, que pau bonito, nice cock’, sussurrou Gwyn, olhos famintos no caralho grosso dele saindo da minha cona molhada. Começou a acariciar, dedos leves nas bolas dele, que se contraíram. Eu gemi quando ela molhou o dedo no nosso gozo e enfiou no meu cu virgem. ‘Gwyn!’, protestei, mas o choque virou prazer.
Ele endureceu mais no meu interior, e eu gozei de novo, gritando, cona apertando o pau dele como um torno. Gwyn empurrou-me pro lado – ploc molhado ao sair – e engoliu o caralho inteiro, língua rodando no saco vermelho, babando como puta faminta. Sentou na cara dele, oferecendo a bundinha perfeita, rala de pelos ruivos, coninha inchada pingando mel. ‘Come-me, Patrick!’, mandou ela.
Explosão de Luxúria e Prazer Cru
Eu assistia, mão na minha própria buceta escorrendo, cheirando a sexo e perfume Chanel dela – afrodisíaco puro, como fêmea no cio. Ele lambia a fenda rosada, chupando o clitóris inchado, enfiando a língua no cu apertado. Gwyn gemia na boca cheia de pau, garganta profunda, bolas na cara. Eu não aguentei: chupei as bolas dele, uma de cada vez, salgadas de suor e pré-gozo.
‘Tá vindo, cuidado!’, avisei. Gwyn virou, agachou sobre o pau guiado por mim. Desceu devagar, cona virgem esticando no grosso dele – ‘Ai, dói… mas que delícia!’. Cavalgou louca, peitos balançando, gemendo rouca. Eu apertei a base do pau dele, segurei o gozo. Ela gozou primeiro, cona convulsionando, esguichando. Soltei, enfiei dedo no cu dele – ele explodiu jatos quentes na prima, gritando.
Desabamos na seda úmida, corpos suados colados. O goéland pousou no skylight, sombreando-nos. ‘Feliz, capitão?’, riu Gwyn, pau ainda nela. ‘Primeira vez minha… aos 21’, confessou ela, beijando-o. Eu sorri: salvos da morte, banhados em luxo, fodidos como deusas. Aquela noite no iate, com champanhe e estrelas, foi privilégio puro. Nunca me senti tão viva, tão fodida, tão elite. Amanhã, villa dele em Porches nos espera. Vida de rainha.