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Minha Noite de Luxúria Selvagem na Villa de Luxo do Algarve

Cheguei à villa no Algarve de jet privado, o sol poente tingindo o mar de laranja. Eu, Juliette, com Roméo e Éloïse, as melhores amigas inseparáveis. Cassandra e Siriac se reconciliaram mais cedo, depois daquela briga louca em Lisboa. Agora, só nós três, na piscina infinita, champanhe Dom Pérignon gelado na mão. O ar cheirava a jasmim e sal marinho, a brisa quente da noite portuguesa roçando a pele nua sob o robe de seda preta. Roméo me olhava, os olhos famintos, enquanto Éloïse ria, jogando água em mim. ‘Vem cá, safada’, ele murmurou, puxando-me para o colo dele na espreguiçadeira de couro italiano.

Senti o pau dele endurecer contra mim, através do tecido fino. Hesitei um segundo, mordendo o lábio. ‘E Cassandra?’, perguntei, mas Éloïse já se aproximava, os seios livres balançando. ‘Esquece eles, Juliette. Hoje é nosso’. Bebi um gole do champanhe, o gás picante na língua, misturado ao perfume Creed Aventus dele. A tensão subia, lenta, como a maré. Desamarrei o robe, deixando-o cair. A seda fria na pele quente… Meu corpo nu brilhava sob as luzes suaves da villa. Roméo gemeu baixo, as mãos grandes apertando minhas coxas. Éloïse se ajoelhou, beijando meu pescoço, a respiração quente. ‘Quero te provar’, sussurrou ela.

A Atmosfera Elétrica na Villa Exclusiva

Não aguentei mais. Puxei Roméo para dentro, o quarto principal com vista para o yacht ancorado. Lençóis de seda egípcia, velas aromáticas de oud. Ele me jogou na cama, rasgando minha calcinha de renda. ‘Sua cona tá molhada pra caralho’, grunhiu, enfiando dois dedos fundo. Gritei, arqueando as costas. Éloïse subiu, montando meu rosto, a buceta depilada roçando meus lábios. Lambi devagar, sentindo o gosto salgado dela, o clitóris inchado pulsando. ‘Chupa mais forte, vadia’, ela mandou, rebolando. Roméo meteu a língua na minha cona, sugando o clitóris como se fosse o último gole de vinho. ‘Hmm, delícia… Tá pingando’. Eu gemia na boceta dela, as unhas cravadas nas coxas macias.

O Clímax de Prazer Desenfreado

Ele se levantou, o caralho grosso latejando. ‘Vou foder vocês duas’. Empurrei Éloïse de lado, abrindo as pernas. Ele entrou de uma vez, me arrombando, o pau esticando minha cona até o limite. ‘Porra, que apertada!’, rugiu, bombando forte. Eu gritava, ‘Mais, Roméo, me fode sem dó!’. Éloïse se esfregava em mim, chupando meus peitos, mordendo os mamilos duros. Troquei de posição, de quatro, ele me comendo por trás enquanto eu lambia a Éloïse de novo. O som molhado da pica entrando e saindo, os gemidos ecoando na suíte. ‘Vem, me come o cu agora’, implorei. Ele cuspiu no meu rabo, enfiando devagar, me rasgando de prazer. Éloïse pegou um vibrador da gaveta – ouro 24k, presente da villa – e meteu na minha cona, dupla penetração insana. Gozei primeiro, tremendo, esguichando no lençol. ‘Caralho, Juliette, sua puta gozadora!’.

Éloïse gozou na minha boca, o corpo convulsionando. Roméo saiu do meu cu, gozando na cara dela, jatos quentes e grossos. Limpamos com a língua, rindo exaustas. Depois, no jacuzzi da villa, bolhas massageando a pele dolorida, vinho tinto nos lábios. Senti-me uma deusa, privilegiada nesse paraíso. ‘Isso é vida’, suspirei, abraçada a eles. O mar sussurrava lá fora, a noite portuguesa nos envolvendo em luxo e saciedade. Nunca esquecerei esse êxtase selvagem.

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