Acabei de voltar de Lisboa, o coração ainda acelerado. Eu, Inês, 28 anos, portuguesa de sangue quente, fui convidada para um fim de semana exclusivo no Ritz, o hotel 5 estrelas que cheira a opulência. O casal? Ricardo, um empresário elegante de 45, e a sua mulher Laura, 42, uma ruiva voluptuosa com olhos que devoram. Encontrei-os no lobby, o ar perfumado com Chanel No. 5 dela, misturado ao couro dos sofás. ‘Bem-vinda, Inês’, disse ele, a mão firme no meu ombro, enquanto ela me beijava devagar, os lábios macios roçando os meus.
Jantamos no terraço, o sol poente tingindo o Tejo de ouro. Vinho espumante Dom Pérignon borbulhava na taça, fresco e ácido na língua. Laura usava um vestido de seda preta, colado aos seios fartos, sem sutiã – os mamilos endureciam com a brisa. ‘Gostas do meu vestido?’, perguntou ela, inclinando-se, o decote revelando sardas na pele leitosa. Eu hesitei… ‘É… perfeito’. Ricardo sorria, os olhos fixos em nós. A tensão subia, como o calor da noite portuguesa. Depois, o jet privado nos esperava no aeroporto. Voamos para o Algarve, o céu estrelado lá fora, as mãos dela na minha coxa por baixo da mesa.
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
Chegamos ao iate ancorado na baía de Lagos, villa flutuante de luxo com deck de teca e jacuzzi iluminada. O ar salgado misturava-se ao jasmim da villa próxima. Despimo-nos para o mergulho noturno, a água morna lambendo a pele nua. Laura flutuava perto, os seios boiando, rosados. ‘Toca-me’, sussurrou. As minhas mãos deslizaram pela seda molhada da sua pele, apertando aqueles peitos pesados, os mamilos duros como pedras preciosas.
O Êxtase Selvagem no Iate Privado
A coisa explodiu no deck. Laura despiu o robe, nua, a cona ruiva e farta brilhando à luz da lua. ‘Quero ver-te foder o Ricardo’, disse ela, voz rouca. Ele ajoelhou-se, pau duro latejando, grosso e veiado. Chupou-me primeiro, a boca quente engolindo o meu clitóris, a língua rodando no meu mel. Eu gemi, ‘Assim, caralho, chupa mais fundo’. Laura masturbava-se, dedos na cona molhada, gemendo ‘Olha para o meu cu virgem, Inês’. Untei o cu dele com lubrificante de baunilha, caro como tudo. Empurrei devagar, o meu strap-on de silicone luxuoso abrindo aquela rosquinha apertada. Ele grunhiu, ‘Fode-me forte, puta!’. Meta após meta, o cu dele engolindo tudo, suor escorrendo, o cheiro de sexo misturado ao mar. Laura sentou na cara dele, a cona pingando na boca, enquanto eu bombava, os quadris batendo na bunda dele. Troquei: chupei a cona dela, peluda e doce, língua no clitóris inchado, enquanto ele me comia o cu com a língua experiente. ‘Enfia o pau na minha cona!’, ordenei. Ele meteu, fundo, os colhões batendo, eu cavalgando como uma louca, os seios dela na minha boca, mordendo os mamilos rosados. Gozei gritando, esguichando no pau dele, ele explodiu dentro, porra quente jorrando. Laura gozou na minha mão, o corpo tremendo.
Depois, deitados no deck, champanhe gelado na pele suada. O iate balançava suave, estrelas testemunhas. Senti-me privilegiada, rainha de um mundo onde luxo e luxúria se fundem. ‘Vais voltar?’, perguntou ela, beijando-me. ‘Sempre’, respondi, o corpo saciado, a alma em êxtase. Foi mais que sexo – foi um banquete para os sentidos, inesquecível.