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A Minha Surpresa Erótica no Ritz de Lisboa: Um Erro que Mudou Tudo

Perdi a aposta com as minhas amigas no jantar no Bairro Alto. ‘Vai lá, salope!’, riram elas. ‘Deseja feliz aniversário ao irmão da Noémia no Ritz.’ Eu, com o coração a bater forte, vesti o impermeável sobre lingerie de renda preta, saltos vertiginosos. O ar da noite lisboeta cheirava a jasmim e mar, quente e pegajoso.

Cheguei ao Four Seasons Ritz Lisbon, lobby de mármore reluzente, cheiro de rosas frescas e Chanel No. 5. Subi ao 9º andar, suite 23B. Toquei a campainha. Dreling. Ele abriu, olhos castanhos surpresos, fato impecável, perfume amadeirado caro. ‘Feliz aniversário!’, cantei, abrindo o impermeável. Nada por baixo senão meias de seda e o triângulo depilado a brilhar.

A Noite de Luxo e Tensão no Coração de Lisboa

Ele engoliu em seco. ‘Não é o meu aniversário… e sou filho único.’ Parei, corada. Mas os seus olhos devoravam os meus seios firmes, os mamilos duros. ‘Erro? Entra’, murmurou, puxando-me para dentro. A suite era um sonho: vista para o Tejo, cama king size com lençóis de seda egípcia, garrafa de Dom Pérignon a borbulhar no gelo. Bebemos, flutes geladas nos lábios, o vinho doce e efervescente a aquecer a garganta.

Sentei-me na beira da cama, pernas cruzadas, a seda roçando a pele. Ele aproximou-se, mão na minha nuca, beijo lento, língua quente a explorar. ‘Que erro delicioso’, sussurrou. Despi-o devagar, gravata de seda, camisa branca imaculada. O seu pau já duro, latejante sob os boxers. Toquei, grosso, quente. Ele gemeu.

Deitamo-nos, corpos nus colados. Lambi os seus mamilos, desci ao ventre musculado, cheiro de loção pós-barba misturado com desejo. Engoli o seu caralho inteiro, slurp molhado, bolas pesadas na mão. Ele agarrou os meus cabelos pretos, fodeu a minha boca ritmadamente. ‘Porra, que boca gulosa.’

Luxúria Selvagem e Prazer Sem Limites

Ele virou-me, boca no meu cu, língua a lamber o ânus apertado, dedos na cona ensopada. ‘Estás molhada como o Tejo.’ Gemi alto, ancas a rebolar. Ele enfiou dois dedos, bombeando, polegar no clitóris inchado. Gozei primeiro, jatos quentes na sua cara, corpo a tremer na seda fresca.

Agora ele por cima, pauzão a roçar a entrada. ‘Quero foder-te até ao amanhecer.’ Empurrou devagar, preenchendo-me toda, cona a apertar o veio grosso. Ritmo selvagem, bolas a bater no cu, suor a pingar. ‘Mais forte, fode-me como uma puta!’ gritei. Mudámos posições: eu a cavalgá-lo, seios a balançar, ele a apertar as nádegas, dedo no cu. Gozou dentro, porra quente a inundar-me, eu de novo no orgasmo, unhas nas costas dele.

Não parámos. Ele ligou para o piloto: ‘Prepara o jet para Algarve.’ Horas depois, no iate ancorado na Praia da Rocha, sol poente alaranjado, champanhe gelado. Fodemos no convés, vento salgado na pele nua, ele a lamber a cona enquanto ondas balançavam. Villa privada depois, piscina infinita, sexo anal lento sob estrelas, lubrificante de luxo, o seu caralho a abrir-me centímetro a centímetro.

De manhã, na cama da villa, lençóis amarrotados, cheiro de sexo e almíscares caros. ‘Foi o melhor erro da minha vida’, confessei. Ele sorriu: ‘Vem comigo mais vezes.’ Voltei a Lisboa de jet, corpo dolorido de prazer, cona inchada e satisfeita. As amigas ouviram tudo, invejosas. ‘Perdeste a aposta, mas ganhaste o paraíso.’ Sim, luxo e luxúria num só pacote. Ainda sinto o gosto dele na boca.

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