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Sem Cuecas no Hotel de 5 Estrelas: Minha Aventura Selvagem em Lisboa

Cheguei de jet privado a Lisboa, o ar quente da noite portuguesa envolvendo-me como um amante. O Four Seasons Ritz, com suas suítes de mármore e cristal, esperava-me. Vista para o Tejo, champanhe Veuve Clicquot gelado na boca, bolhas dançando na língua. Vesti um vestido de seda preta, colado à pele, sem cuecas. Por quê? Porque adoro essa liberdade, o risco que molha a cona antes mesmo de começar.

No balcão do concierge, o Sr. Manuel, um cavalheiro de 60 anos, elegante no fato impecável, olhos famintos por baixo dos óculos. ‘Preciso assinar o registo VIP, querido.’ Inclinei-me devagar, pés afastados no salto Louboutin. Ele hesitou, voz trémula: ‘Senhora Inês, daria tudo para sentir se usa meias de seda verdadeiras… ou algo mais.’ Ri baixinho, perfume Chanel N°5 misturando-se ao dele, couro e tabaco. ‘Se me arranjar o iate privado para o Algarve amanhã, pode verificar.’

A Chegada Luxuosa e a Tensão que Subia

Sua mão subiu pela minha coxa, dedos experientes passando a renda das ligas, tocando a pele nua. ‘Sem cuecas…’, murmurou, ofegante. O polegar pressionou a entrada da minha cona, úmida já. Vibrou ali, eu contraí, mordi o lábio. ‘Feito, senhora.’ Retirei-me antes de gozar, pernas tremendo na seda.

No dia seguinte, passei pela boutique de sapatos de luxo no Chiado. O vendedor, um jovem artista de 25 anos, alto, olhos de poeta húngaro, tabuleiro branco. ‘Experimente estes Manolos, madame.’ Sentei na banqueta de veludo, levantei a saia devagar, revelando joelhos e além. Ele ajoelhou-se, corando. ‘Pés perfeitos… tornozelos de deusa.’

O Ato Selvagem e o Clímax Inesquecível

Segurou meu pé, subiu a saia sem querer – ou querendo? – até a renda. ‘Deixe-me ver as ligas…’ Pressionei o pé no seu peito, sentindo o coração bater. ‘E se eu não tiver nada por baixo?’ Ele engoliu em seco. ‘Mostre-me o seu pau primeiro.’ Desabotoou, pau duro saltando do boxers. Cobri-o com o pé, dedões dançando no glande, pré-gozo escorrendo quente.

‘Jura não tocar?’ Ele jurou. Levantei a saia toda, coxas abertas, cona exposta: pelos negros grossos, lábios inchados, molhados brilhando. ‘Branqua-te, agora.’ Ele obedeceu, mão voando no pau, olhos fixos na minha fenda aberta. Contraí o ventre, empurrando a cona para ele, clitóris latejando. ‘Fode-me com os olhos, caralho.’ Gozou em jatos quentes no meu pé, gemendo rouco. Eu quase, mas guardei para depois.

De volta ao hotel, iate à espera para o Algarve. No yacht, sob estrelas, vento salgado na pele nua, toquei-me pensando neles – o velho experiente, o jovem selvagem. Gozei forte, ondas batendo como aplausos. Privilégio puro: luxo que vira luxúria crua. Em Lisboa, sou deusa sem tabus. Amanhã, villa privada… quem sabe mais?

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