Uau… Meu coração acelerou quando Inês e Joana entraram no lobby do Ritz em Lisboa. Elas eram bombas nucleares, corpos esculpidos que faziam todos os olhares virarem. A noite estava quente, o ar cheirava a jasmim português e ao perfume Chanel delas, doce e provocante. Eu, recém-chegada de um dia de compras na Avenida da Liberdade, usava um vestido de seda preta que roçava minha pele como um amante.
Inês, loira de cabelos longos ondulados, pele morena reluzente como bronze algarvio. Olhos verdes maliciosos, cílios eternos. Seus seios fartos desafiavam o decote do vestido azul, firmes, sem sutiã – dava pra ver os bicos endurecendo. Pernas longas, musculosas, bundas carnudas que balançavam a cada passo. Joana, loira de cabelo curto, mais alta, esguia, felina. Olhos castanhos profundos, pele mate, bundinha empinada sob o vestido branco de cetim. Elas pareciam saídas de um sonho molhado.
A Atmosfera Elétrica no Ritz de Lisboa
Eu as conheci no bar, champanhe Dom Pérignon borbulhando nas flutes. ‘Olá, sou Mariana’, disse eu, voz rouca de desejo. ‘Querem companhia?’ Elas sorriram, Inês piscou: ‘Claro, amor. Vamos fugir desta festa chata?’ Joana roçou minha coxa por baixo da mesa. ‘Temos um jet esperando pro Algarve. Iate e villa só nossa.’ Meu corpo formigou. Aceitei na hora. Luxo puro: o jet decolou ao luar, vinho pétillant na boca, mãos delas nas minhas pernas, calor da noite invadindo pela janela.
Chegamos ao iate ancorado na baía de Lagos, ondas lambendo o casco. A villa no penhasco, piscina infinita brilhando. Entramos, ar condicionado fresco contra a pele suada. ‘Deseja nos agradar?’, murmurou Joana, voz aveludada. Tirei o vestido devagar, strip sensual. Elas aplaudiram, olhos famintos. Sentei na poltrona de veludo, nu, vendo-as se beijarem. Lábios colados, línguas dançando, mãos nos seios uma da outra.
Inês baixou o vestido de Joana, chupando aqueles peitinhos duros. Depois, Joana devorou os melões de Inês, mamilos rosados inchados. Inês gemeu, ‘Ah, sim…’, de quatro no tapete persa. Joana lambeu sua bundinha, separando as nádegas, língua no cuzinho rosado. Dedo molhado enfiado fundo, Inês rebolando, ‘Mais, caralho!’. Eu me masturbava, pica dura latejando 20cm.
O Clímax Selvagem na Villa Privada
Elas me chamaram. Inês sentou na minha cara, cona molhada pingando no meu nariz. Lambi tudo: clitóris inchado, lábios carnudos, cuzinho salgado. Ela gemia, ‘Chupa minha buceta, safado!’. Joana chupava minhas bolas, engolindo meu caralho até a garganta, dedos roçando meu cu. Nunca senti isso. Relaxei, ela enfiou a língua no meu rabo, depois um dedo, dois. ‘Vai gostar, amor’, disse Inês.
De repente, Joana de joelhos atrás de mim. Senti um caralho fino roçando meu cu! ‘Que porra é essa?!’ Tina me segurou, mamando forte. ‘Ouvi que curte cu, mas vamos foder você direito.’ Joana era trans, pica longa dura. Enfiou devagar, lubrificada. Meu cu se abriu, prazer queimando. Ela me comeu ritmado, bolas batendo. Gozei na boca de Inês, leite grosso escorrendo.
Agora elas: Joana tirou do meu cu, enfiou na boca de Inês. Eu lambi junto, bolas dela na minha cara. Beijei Inês, trocando saliva. Joana gozou no meu rosto, porra quente na língua. Inês lambeu tudo, beijando-me fundo.
Acordei na cama king size, sol do Algarve entrando. Cheiro de cona de Inês na calcinha azul na mesa. Corpo dolorido, satisfeito. Privilégio puro: luxo, duas deusas, sem tabus. Volto quando quiserem.