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Noites de Luxo e Luxúria: Meu Encontro Selvagem no Iate da Algarve

Acabei de voltar de um fim de semana que ainda sinto na pele. Eu, Inês, uma lisboeta de 35 anos, mãe recente, corpo ainda curvilíneo da gravidez. Ele, um homem poderoso, daqueles que chegam num jet privado. ‘Vem comigo para a Algarve’, sussurrou ao telefone, voz grave como o Atlântico. Eu hesitei… mas o desejo venceu. No aeroporto de Lisboa, o jet esperava, interior de couro macio, cheiro de Chanel No. 5 misturado com o dele, amadeirado e caro. Brindámos com champanhe Dom Pérignon, bolhas frias na língua, enquanto subíamos aos céus. A mão dele na minha coxa, subindo devagar pela saia de seda. ‘Estás tão molhada já?’, murmurou, dedos roçando a renda das cuecas. Corei, mas abri as pernas. O calor da noite portuguesa entrava pela janela, prometendo mais.

Chegámos à marina privada da Algarve ao pôr do sol. O iate, um Azimut 72 pés, luzes suaves, deck de teca aquecida. Subimos, o ar salgado do mar, ondas leves balançando-nos. Na villa ao lado, piscina infinita com vista para o oceano, mas ficámos no iate. Ele serviu vinho verde pétula, fresco e ácido, perfeito para o calor. Eu vestia um robe de seda preta, aberto, seios pesados expostos – ainda leite neles, pós-parto. Ele fixou-os, olhos famintos. ‘Deixa-me provar’, disse, puxando-me para o sofá exterior. Beijámo-nos, línguas dançando, mãos dele apertando as minhas nádegas. Senti a ereção dura contra mim. ‘Quero-te agora’, gemeu. Mas esperei, provocadora. Caminhámos pelo deck, estrelas acima, brisa quente na pele nua. Ele despiu-me devagar, beijando o pescoço, descendo aos seios. Chupei o lábio inferior, nervosa… excitada.

A Chegada Explosiva de Desejo no Paraíso Português

No quarto principal, cama king size com lençóis de linho egípcio, janelas panorâmicas para o mar negro. Ele ajoelhou-se, abriu as minhas pernas. ‘Que cona linda, tão rosada e molhada.’ Lambeu devagar, língua no clitóris, sugando forte. Eu gemi, ‘Sim, assim… mais fundo.’ Dedos entraram, dois, depois três, fodendo-me ritmado enquanto chupava. O meu leite escorria, ele lambeu os seios, mamando como faminto. ‘Doce como mel’, grunhiu, pau latejante na mão. Virei-me de quatro, oferecendo as nádegas. Ele cuspiu na cona, enfiou o caralho grosso de uma vez. ‘Fode-me forte!’, pedi. Ele obedeceu, estocadas violentas, bolas batendo no clitóris. O iate balançava connosco, luxo misturado com luxúria animal. Virei-o, montei-o, cavalgando selvagem, seios balançando, leite salpicando o peito dele. ‘Goza na minha boca’, ordenei. Ele puxou-me, pau na garganta, fodi com a boca até explodir, porra quente jorrando, engoli tudo, salgada e espessa. Ele lambeu a minha cona de novo, dedos no cu, até eu gozar tremendo, esguichando no rosto dele.

Depois, deitados exaustos, suor misturado com sal do mar, ele acendeu um charuto cubano, fumo doce no ar. Abracei-o, sentindo o privilégio. ‘Isto é vida’, sussurrei, corpo dolorido mas saciado. O jet volta amanhã, mas levo esta memória: luxo que vira selvageria, desejo sem tabus. Na Algarve, sob as estrelas, vivi o que poucas sentem. Ainda sinto o pulsar… quero mais.

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