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Luxúria em Lisboa e Algarve: Minha Noite Selvagem de Prazer

Acabei de voltar dessa viagem insana. Eu, Inês, uma lisboeta de 28 anos, pele morena, curvas suaves, cabelos negros ondulados até aos ombros. Ele, o Ricardo, um empresário rico, olhos castanhos penetrantes, corpo atlético. Tudo começou no Tivoli Palacio de Seteais, hotel 5 estrelas em Sintra, perto de Lisboa. Cheguei de jet privado, o cheiro do couro novo misturado com o perfume dele, Chanel Allure Homme, invadiu-me logo à porta.

No quarto, suite presidencial, lençóis de seda egípcia roçavam a minha pele nua. Brindámos com Dom Pérignon, bolhas frias e doces na língua, a noite portuguesa quente filtrava pelas cortinas. Ele mostrou-me fotos antigas no iPad: eu no iate dele no Algarve, ano passado, topless na proa, o sol dourado nos meus seios pequenos e firmes, mamilos duros com o vento salgado. ‘Lembras-te?’, sussurrou, mão na minha coxa, subindo devagar. Eu ri, nervosa, excitada. ‘Eras uma vadia safada ali.’ As fotos seguiam: eu chupando-o nas dunas, boca cheia do caralho dele, string minúsculo enfiado na cona depilada.

A Atmosfera de Luxo e a Tensão que Subia

Voámos de jet para o Algarve ao pôr do sol, turbulência leve fazendo o meu clitóris pulsar. No iate ancorado na baía de Lagos, ceia de lagosta grelhada, vinho verde gelado. Depois, villa privada na falésia, piscina infinita com vista para o mar negro. Na sala de vinhos, luz ténue, cheiro de carvalho envelhecido e baunilha do meu perfume Jo Malone. Ele trancou a porta. ‘Quero-te agora.’ Os lábios dele nos meus, quentes, urgentes. Mãos dele no meu vestido de seda, que caiu como água.

Eu só em tanga de renda preta, seios livres, pele arrepiada pelo ar condicionado. Ele despiu-se, caralho já duro, grosso, veias salientes. Beijámo-nos como animais, línguas dançando, mordidas leves. ‘Estás molhada?’, perguntou, dedo deslizando na minha cona encharcada. ‘Para ti, sempre.’ Ele ajoelhou-se, língua no meu clitóris inchado, sugando devagar, eu gemi, mãos nos cabelos dele. ‘Hmmm, que delícia de cona.’

O Sexo Intenso e o Êxtase Sem Limites

Ele levantou-me, encostou-me às prateleiras de garrafas, cu nu contra a madeira fria. Dedos na minha raia, lubrificando o cu virgem para mim. ‘Quero foder-te aqui.’ Eu hesitei, mas o desejo venceu. ‘Vai, devagar.’ Ele cuspiu no caralho, pressionou a cabeça no meu cu apertado. Dói, mas bom. ‘Oush… entra.’ Ele empurrou, centímetro a centímetro, o cu abrindo-se, enchendo-me de calor. ‘Caralho, que cu apertado.’ Começou devagar, depois ritmado, bolas batendo na minha cona.

Eu masturbava-me furiosamente, dedos na cona pingando, clitóris latejando. ‘Mais forte, fode o meu cu!’ Ele acelerou, mãos nos meus quadris, unhas cravando. O suor misturava-se ao cheiro de sexo e vinho. Virei a cabeça, beijei-o, mordi o lábio. ‘Vou gozar!’, gritei, corpo tremendo, cona contraindo, squirt molhando o chão de mármore. Ele não parou, ramalhando o cu como um pistão, ‘Toma o meu leite aí dentro.’ Explodiu, jatos quentes enchendo-me o cu, escorrendo pelas coxas.

Ele saiu, eu virei-me, ajoelhei e chupei o caralho sujo, gosto salgado do cu e porra dele na boca. Engoli tudo, lambi as bolas. Luz acesa, vi o esperma no meu rosto, mamilos inchados, cu vermelho aberto. Abraçámo-nos, corpos colados, coração disparado. ‘Foi épico’, murmurou. Eu sorri, ‘Quero mais fantasias assim.’ Na piscina depois, nus sob as estrelas, o mar sussurrando, senti-me rainha. Luxo e luxúria, privilégio puro. Volto já no próximo jet.

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