Estava uma noite quente em Lisboa, o ar carregado com o perfume de jasmim e o sal do Tejo. O meu marido, finalmente, deu luz verde à minha polyamoria. Ele sabe, aprova. Livre. Liguei-lhe: ‘Ei, meu gato, tens planos esta noite?’ ‘Não, porquê?’ ‘O marido está fora. Jantar no Four Seasons? Eu pago.’ ‘Por mim, ótimo. Passo-te a buscar.’
Cheguei a casa, duchei-me com gel de baunilha, sequei o cabelo ondulado, vesti um vestido de seda preta que roçava a pele como uma carícia, decote generoso, lingerie vermelha rendada por baixo. Lábios carmim, salto alto. Queria seduzir-te. Às 20h, estavas lá, fato escuro impecável, cabelo húmido no rabo-de-cavalo, cheiro a Creed Aventus que me deixou tonta.
A Tensão no Hotel de 5 Estrelas e o Jet Privado
‘No Four Seasons, mesa reservada.’ O hotel brilhava, lustres de cristal, champanhe Dom Pérignon gelado. Mesa isolada, vela tremeluzente. Conversa flui: risos, olhares profundos. ‘Queria falar-te de algo.’ Hesitei, copo na mão. ‘O meu marido mudou de ideias. Aceita que eu te ame. Queres… experimentar?’ Olhaste-me nos olhos, mão na minha. ‘Vamos acabar isso noutro lado. O meu jet espera para o Algarve.’ Coração disparado.
No jato privado, couro macio, vinho espumante, céu estrelado pela janela. Beijámo-nos ali, línguas quentes, mãos explorando. Chegada ao iate ancorado na baía de Lagos, villa de luxo ao fundo. No deck, brisa do Atlântico, lua cheia. ‘Quero-te agora’, murmuraste.
Arrancaste o vestido, a seda deslizou como água. Nuos, pele arrepiada pelo ar salgado. Beijei-te o pescoço, mordi o lóbulo da orelha, desci ao peito, lambi os mamilos duros, circulei com a língua, suguei até gemes. ‘Assim, caralho’, gemeste. Desci mais, beijei o ventre, cheguei à tua pila dura, latejante. Carícia leve, depois agarrei-a firme. Beijos na haste, língua no freio, lambi as bolas pesadas.
O Êxtase Selvagem no Iate do Algarve
Engoli o caralho inteiro, garganta profunda, saliva escorrendo. Chupava voraz, língua rodopiando no glande inchado, mão massageando as bolas. ‘Fode a minha boca’, pedi. Aceleraste, fodeste-me a face até explodeRes, jato quente na garganta. Engoli tudo, lambi limpo.
Viraste-me, cona ensopada. ‘Estás molhada pra caralho.’ Dedos entraram, dois, três, curvados no ponto G, polegar no clitóris inchado. Gemi alto, ondas de prazer. ‘Fode-me.’ Deitei-me no deck acolchoado, pernas abertas. A tua pila grossa entrou devagar, esticando-me, preenchendo. ‘Que cona apertada.’ Bombadas fortes, pausadas, profundas. Trocastes: missionário, eu por cima cavalgando, pilas batendo nas nádegas quando te fodi por trás.
No interior da villa, cama king size de linho egípcio, espelhos no teto. Fodi-te contra a parede de mármore, pernas ao teu redor. ‘Mais forte, rasga-me.’ Gozei primeiro, cona contraindo no teu caralho, squirt molhando tudo. Tu seguiste, enchendo-me de porra quente, escorrendo pelas coxas.
Deitados, suor misturado com sal marinho, champanhe na pele. ‘Isto foi… perfeito.’ Senti-me rainha, privilegiada. Luxo e luxúria num só. O calor algarvio na pele, o teu cheiro no meu corpo. Volteria a viver isto mil vezes. Tu és meu agora.