Acabei de voltar dessa loucura. Meu coração ainda bate forte. Tudo começou no Ritz, em Lisboa, quarto presidencial com vista para o Tejo. O ar cheirava a jasmim e Chanel No. 5, aquela fragrância cara que me deixa úmida só de inalar. Eu, Sofia, portuguesa de sangue quente, transformei meu amante em Milly. Ele, nu no espelho, toalha nos ombros, eu cortando o cabelo dele em degradê boyish, tingindo de cobre com mechas loiras. ‘Fecha os olhos, amor’, sussurrei, aplicando eyeliner preciso, fardos naturais. Seus pelos sumiram, pele lisa como seda.
Raissa? Não, sou eu quem manda agora. Ele resistiu no começo, mas cedeu. No jato privado para o Algarve, eu expliquei o plano: seduzir Curtis, o magnata com segredos, num bar queer exclusivo. ‘Tu vais ser irresistível, Milly.’ Bebemos champanhe Veuve Clicquot, gelado, bolhas explodindo na boca, enquanto eu vestia ele. Sutiã push-up negro, calcinha de tule com arabesques, saia patineuse que rodopia, top floral decotado. Pernas em meias auto-fixantes, botas de salto médio. Perfume Dior, toque final. Ele se olhou: ‘Estou… linda?’ Eu sorri, nipples duros sob o top solto. ‘Perfeita.’
A Atmosfera de Luxo e a Tensão Crescente
No iate ancorado na baía, noite quente portuguesa, brisa salgada misturada ao suor. Curtis chegou, piercing no pau – apadravya vertical no glande, guiche entre bolas e cu. Eu apresentei Milly: ‘Ela é especial, para noivos como você.’ Ele riu, olhos famintos. Copos de vinho pétillant, seda roçando pele, mãos explorando. Tension crescia. Milly tremia, plug vibrando no cu dele – eu controlava pelo app. ‘Sente isso?’, provoquei. Curtis agarrou a bunda dela: ‘Quero provar.’
A luxúria explodiu. Curtis rasgou a saia de Milly, expondo a calcinha encharcada. ‘Chupa meu caralho, puta elegante.’ Ela ajoelhou no deck de teca polida, boca gulosa engolindo o pau grosso, piercings frios batendo na língua. Eu assistia, dedando minha cona molhada, calor da noite lambendo a pele. ‘Fode a boca dela forte’, ordenei. Ele obedeceu, gemendo, bolas batendo no queixo. Depois, virei Milly de quatro, bunda empinada. ‘Mete no cu dela, Curtis. Ela adora.’ Lubrificante Chanel-scented escorrendo, ele enfiou devagar – apadravya roçando próstata, guiche puxando. Milly gritou: ‘Ai, caralho, mais fundo!’ Ele bombava selvagem, eu lambia os peitos falsos dela, beliscando mamilos.
O Sexo Cru e Intenso no Iate Privado
Eu montei no rosto de Curtis, cona pingando no piercing da guiche. ‘Lambe, rico safado.’ Língua dele furiosa, eu gozei primeiro, esguichando vinho e suor. Milly contraía o cu no pau dele, plug fora agora, vibrando no meu clitóris. Curtis urrou: ‘Vou encher esse rabo de porra!’ Gozou jatos quentes, escorrendo pelas coxas de nylon rasgado. Eu enfiei dedos na cona dele – sim, Milly tem cu faminto – e fiz ela esporrar, pauzinho mole latejando no cache-sexe. Luxo e sujeira: esperma no mármore do iate, cheiro de sexo misturado a oceano.
De manhã, na villa de luxo no Algarve, nuos na cama king size, lençóis de seda amassados. Curtis pagou uma fortuna, mas o privilégio foi nosso. Milly sorriu: ‘Nunca me senti tão viva.’ Eu beijei os piercings dele: ‘Foi épico.’ Cansaço doce, músculos doloridos, pele marcada. Sinto-me rainha, dona do desejo. Essa noite? Inesquecível, puro êxtase num mundo de elite. Quero mais.