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Noites de Luxo e Desejo: Minha Aventura Erótica em Lisboa e Algarve

Era um outono suave em Lisboa. Acordei cedo, ainda sonolenta, dirigindo pela cidade. Num cruzamento apertado, arranhei levemente a porta da Porsche preta de um homem. Ele saiu, alto, elegante, uns cinquenta anos, olhos penetrantes. ‘Não se preocupe, é só um risco’, disse ele, sorrindo. João, rico empresário. Insistiu num acordo amigável. Deu-me o cartão: Four Seasons Hotel.

Duas semanas depois, no supermercado chique do Chiado, encontro-o com a amiga Inês. Ela ri: ‘O homem que riscou a ‘clio’ dela!’ – brincando com o nome do carro. Coro, mas rimos. Propõem um copo. Conversamos. Divorciados, livres. Elas notam: sem aliança. Eu, morena de olhos azuis, atraio-os. João paga, despedimo-nos com beijos.

A Tensão no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Ele liga: cinema no hotel. Vou. Sentamo-nos juntos, braços roçando. No escuro, toques casuais. Saímos, beijos quentes. Convido para crepes em casa, mas ele propõe: ‘Venham ao meu suite no Four Seasons.’ Luxo puro. Chegamos: vista para o Tejo, champanhe Dom Pérignon gelado, aroma de jasmim no ar. Vestido de seda preta, Inês em saia esvoaçante. Dançamos slows. Corpos colam. ‘Quero as tuas mãos na minha pele’, sussurra Inês. Luz baixa, calor da noite lisboeta.

Jet privado nos leva ao Algarve ao amanhecer. Iate ancorado na baía: deck de teca, sofás de couro, sol poente avermelhado. Vinho verde pétillante, ostras frescas. Dança vira strip: sedas caem, cuecas deslizam. Nus, suados. ‘Vamos devagar’, digo, mas desejo ferve.

No quarto da villa no iate, amplo, lençóis de seda egípcia. João deitado, eu monto-lhe a cara. Língua dele lambe minha cona molhada, clítoris inchado. ‘Assim, devagarinho…’, gemo. Inês mama a pila dele, dura como ferro, veias pulsantes. Engole até à garganta, baba escorrendo. Troco: chupo as bolas dele, salgadas, enquanto Inês senta na pila. ‘Fode-me forte!’, ela grita. Ele empurra, cona dela engole tudo, sucos escorrendo pelas coxas.

O Prazer Selvagem no Iate Privado

Eu abaixo-me, lambo o cu dela, rosado, apertado. Dedo entra, ela treme. ‘Caralho, isso é bom!’ João vira-me de quatro: pila grossa fura minha cona, estica as paredes, bate no fundo. ‘Mais fundo, fode-me como uma puta!’ Grito. Inês beija-me, tetas roçando. Dedos dela no meu clítoris, esfrega rápido. Gozo primeiro: corpo convulsiona, esguicho molha o deck. Ele acelera, pila inchada, ‘Vou gozar!’, jorra esperma quente dentro de mim, transborda.

Inês monta-o de novo: cavalga selvagem, tetas balançam, cona chupa a pila. Eu lambo o clítoris dela, suco ácido na boca. Ela explode: ‘Porra, gozo!’. João goza de novo, enche-a. Nós três suados, colados, cheiro de sexo e mar.

De volta à villa, banhos quentes, massagens. Corpo relaxado, pele aveludada pela loção Chanel. ‘Nunca vivi assim’, sussurra João. Inês ri: ‘Somos viciadas agora’. Sinto-me privilegiada: luxo que vira luxúria pura. Noite portuguesa quente, desejo satisfeito, promessas de mais. Volto a Lisboa flutuando, cona dolorida mas feliz. Um risco mudou tudo.

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