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Minha Noite de Luxúria com Catarina: Do Hotel 5 Estrelas ao Iate na Algarve

Oi, chamo-me Inês, tenho 22 anos, sou alta, 1,78m, com curvas generosas, peitos 95C que chamam olhares. Moro em Lisboa e adoro o luxo: hotéis 5 estrelas, champanhe gelado, a brisa quente da noite portuguesa. Tudo começou no ginásio do Four Seasons. Lá vi Catarina pela primeira vez. Ela media 1,85m, peitos enormes, tipo 100D, corpo atlético e perfeito. Namorava um tipo ciumento, o Miguel. Eu observava-a nas duchas, o vapor quente, gotas escorrendo pelos mamilos rosados, a cona depilada brilhando. Anotava mentalmente: ‘Catarina raspou tudo hoje, que suavidade…’. Mas só fantasiava, masturbava-me à noite pensando naqueles seios.

Convidei-a para um copo após o treino. ‘Vem comigo e com o Miguel?’, disse ela, tímida. Aceitei. Vestimos-nos simples, mas eu sentia o formigueiro na barriga. No bar do hotel, luzes suaves, cheiro de jasmim e Chanel No. 5 dela. Rimos, conversámos. Ele era possessivo, mas os olhos dela fixavam-se nos meus. Semanas depois, saídas repetiam-se: jantares no Bairro Alto, vinho verde pétillante, a seda do vestido roçando a pele. Ela queixava-se dele: ‘É obcecado por sexo, quer-me depilada, foder em todo lado’. Eu ouvia, excitada, imaginando a cona lisa dela.

A Tensão Crescente no Hotel de Luxo em Lisboa

Uma noite, após briga, ligou a chorar. ‘Inês, posso ir à tua suite?’. Chegou destruída, mas sexy: saia curta, blusa decotada. Eu saí do banho, só com robe de seda preta, escorregadio na pele úmida. Abracei-a, limpei as lágrimas. ‘Ele só me usa como puta’, soluçou. Deslizei o robe, mostrei os meus peitos. ‘Homens só querem isto’. Ela despiu-se devagar: sutiã solto, peitos balançando livres, calcinhas caindo, cona nua e inchada. Ficámos nuas no salão, ar condicionado fresco nos mamilos duros. Olhávamo-nos, tocando ar. ‘Que peitos perfeitos tens’, murmurei. Ela sorriu, hesitante. Não toquei ainda. Beijámo-nos na boca, leve, língua roçando. Depois ela foi, mas o fogo acendera.

Dias depois, no ginásio, duchas quentes, suadas após treino intenso. Só nós duas. Olhares famintos. No táxi de luxo para casa, mão dela na minha coxa. ‘Quero-te, Inês’. Beijo profundo, saliva doce como o prosecco que bebêramos. ‘Vamos devagar’, disse eu, mas o corpo ardia. Amigo rico ofereceu jato privado: ‘Vão à Algarve, iate meu espera’. Partimos ao pôr-do-sol, Lisboa sumindo, calor da noite subindo.

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