Skip to content

A Minha Reconexão Ardente: De Lisboa ao Iate na Algarve

Eu nunca devia ter clicado naquele grupo do Facebook da escola primária. Mas fiz. E lá estava ele, o João, o miúdo de cabelo despenteado com quem partilhava os lanches em 1985, em Lisboa. Aos 52 anos, ele era agora um empresário de sucesso, olhos iguais, mas corpo esculpido pelo tempo e ginásio. Mandou mensagem. ‘Inês, lembras-te de mim? Vamos jantar no Ritz?’

Cheguei ao hotel 5 estrelas ao pôr do sol. O lobby cheirava a jasmim e couro italiano, o mármore frio sob os saltos. Ele esperava no bar, fato Tom Ford impecável, relógio Rolex a brilhar. Abraçou-me devagar, o perfume Creed Aventus a invadir-me, quente, amadeirado. ‘Estás ainda mais linda’, murmurou, mão na minha cintura. Bebemos champanhe Dom Pérignon, bolhas a dançar na língua, crocantes. Falámos da infância, risos, memórias. Os joelhos roçavam debaixo da mesa. Senti o calor subir, a seda do vestido a colar-se à pele suada.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Subimos ao suite presidencial. Vista para o Tejo, noite portuguesa quente e húmida. Ele abriu o vinho, pétalas de rosas no chão. Tocou-me o rosto, polegar nos lábios. ‘Sempre te desejei, Inês.’ Beijei-o, língua faminta, mãos no peito dele. Desabotoei a camisa, pele quente, músculos tensos. Ele puxou o fecho do vestido, caiu como cascata. Fiquei de lingerie La Perla, negra, rendada. ‘Quero-te agora’, sussurrei. Mas ele parou. ‘Vamos devagar. Jet espera amanhã para a Algarve.’ A tensão era elétrica, paus, respirações pesadas. Dormimos colados, nus sob lençóis de 1000 fios, o pau dele duro contra mim, mas sem penetrar. Ainda.

De manhã, jet privado no aeroporto. Couros cremes, caviar e frutas no pequeno-almoço. Ele beijava-me o pescoço enquanto voávamos baixo sobre o Atlântico. Chegámos à marina da Algarve, iate de 40 metros ancorado, tripulação discreta. Subimos a bordo, sol a queimar, brisa salgada. Villa privada ao lado, infinity pool com vista para o mar. Ele despiu-me no deck, sol na pele nua. ‘Estás perfeita.’ Mergulhámos nus, água morna a acariciar os seios, a cona já inchada de desejo.

Explosão de Luxúria no Iate da Algarve

No quarto da villa, luzes tamisadas, incenso de oud. Ele ajoelhou-se, abriu-me as pernas. ‘Quero provar-te.’ Língua na minha cona molhada, chupando o clitóris devagar, dedos dentro, curvados no ponto G. Gemi alto, ‘Fode-me com a boca, João!’ Gozei tremendo, sucos escorrendo-lhe no queixo. Ele levantou-se, pau enorme, veias pulsantes, cabeça roxa. ‘Chupa-me.’ Tomei-o na boca, fundo, baba escorrendo, bolas nas mãos. Ele fodia-me a boca, ‘Assim, vadia gulosa.’ Deitei-me na cama king size, pernas abertas. Ele entrou devagar, enchendo-me, ‘Tão apertada, caralho.’ Acelerou, pilhas fortes, cona a apertar o caralho dele. ‘Mais forte! Fode-me como um animal!’ Virei de quatro, ele puxou cabelo, palmadas na bunda, ‘Gostas, puta luxuosa?’ Gozei de novo, esguichando no chão de mármore. Ele virou-me, missionário selvagem, suor misturado, cheiro de sexo e mar. ‘Vou encher-te a cona.’ Gozou dentro, jatos quentes, gemendo o meu nome.

Ficámos ali, corpos colados, champanhe gelado na pele. O iate balançava suave, estrelas no céu algarvio. Senti-me rainha, privilegiada. Um amor de infância transformado em luxúria pura. ‘Isto foi nosso segredo eterno’, disse ele, beijando-me. Nunca me senti tão viva, tão fodida de forma perfeita. Voltei a Lisboa de jet, cona dolorida mas saciada, memória gravada na alma.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *