Acabei de voltar de uma viagem que ainda me faz tremer. Convidei o Miguel, meu jovem admirador, para duas semanas na minha villa de luxo no Algarve. Ele veio de Lisboa num jet privado que aluguei só para nós. No ar, o cheiro do couro italiano misturava-se ao seu perfume Creed Aventus, fresco e amadeirado. Bebemos champanhe Dom Pérignon, bolhas dançando na minha língua enquanto eu o via endurecer no fato elegante.
Chegamos à villa ao pôr do sol, a brisa quente portuguesa acariciante. Jantamos no terraço: ostras frescas, lagosta grelhada, vinho verde pétillante. Eu usava um vestido de seda preta que roçava a pele nua dos meus seios. Apresentei-lhe a Inês, minha vizinha de 22 anos, estudante de desporto, corpo atlético perfeito. Cabelo curto, sorriso malicioso, top decotado sem sutiã, saia vermelha curta voando ao vento. O aroma dela, flor de laranjeira com toque doce, invadiu-me.
A Chegada ao Paraíso e a Tensão Crescente
— Ela é incrível, não é? — sussurrei a Miguel. Ele corou, mas eu lhe dei lições rápidas: sê distante no início, elogia o físico dela, faz rir, deixa-a vir. Toda a tarde, treinámos na piscina infinita, eu fingindo ser Inês. À noite, no iate ancorado na baía privada, bebemos mais. Inês chegou, beijinhos na cara, tetas firmes roçando o braço dele. Conversa fluiu: desporto dela, viagens minhas. Risos, olhares. Propusemos praia nudista exclusiva amanhã. Ela aceitou, olhos brilhando.
No iate, sob as estrelas, a tensão subia. Eu via o volume no swim dele. Inês piscou: — Amanhã vai ser quente. — Dormi excitada, a seda dos lençóis colando na pele suada.
De manhã, jet lag esquecido, fomos de helicóptero à praia privativa do iate. Despimo-nos rápido. Corpos nus ao sol: seios dela perfeitos, bronzeados, tosa triangular preta contrastando a pele clara do bikini. Eu, tetas maduras mas firmes. Miguel mergulhou primeiro. Na água morna, brincámos como crianças. Eu levantei Inês nos ombros, sentindo as nádegas dela quentes. Miguel atacou, mãos roçando barriga, seios dela. Risos, sal na pele. Ele a pegou ao colo, pau roçando a barriga dela. Ela rendeu-se, olhos famintos.
Na areia dourada, creme solar Chanel. Passei nas costas dela, devagar nas nádegas redondas, vendo as grandes carnes rosadas entre pernas. Ela gemeu baixinho. Depois, ela nele, mãos demorando nas bolas, pau semi-duro. Adormeci, acordei com ereção dele enorme. Rimos: — Popol acordou! — disse eu. Inês: — Impressionante, nem cora. — Ele: — Sonhei com vocês nuas.
O Êxtase Selvagem e o Depois Inesquecível
Voltei à villa de propósito, deixando-os sozinhos no iate. No dia seguinte, praia só deles. Jogos na água: ela o derrubou, ele a agarrou por trás, pau duro entre nádegas. Massagem: ele untou-a toda, dedos no clitóris inchado. Ela nele, mão apertando o caralho grosso.
Ela perguntou: — Masturbas-te ontem? — Ele: — Sim, pensando em ti nua. — Beijaram-se, línguas quentes. Fugiram às dunas de areia branca, servietes no chão macio.
Ele colou-se, pau latejando na barriga dela. Mãos nas tetas duras, chupou mamilos rosados, língua no vale quente. Ela ajoelhou, pegou no caralho veioso, bolas pesadas. Lambeu o glande salgado, engoliu até à garganta, sugando forte, unhas nas nádegas dele. Ele gemeu: — Para, quero foder-te.
Ela a quatro patas, cona molhada aberta, lábios carnudos pingando. Ele entrou devagar, caralho grosso rasgando a boceta apertada, bolas batendo no cu. Vai-vens longos, mãos nos seios balançantes, dedos no clitóris. Ela gritou: — Fode mais forte, enche-me! — Ritmo selvagem, suor misturado, cheiro de sexo no ar quente. Ela gozou primeiro, cona contraindo, esguichando sumo. Ele explodiu, jatos quentes de porra enchendo-a até transbordar, escorrendo pelas coxas.
Ficaram colados, ofegantes, areia colando a pele. Depois, no iate, banho de espuma com rosas, champanhe gelado. Senti-me privilegiada: luxo e luxúria pura. Esta vida sem tabus é divina. Ainda sinto o pau dele dentro de mim, na memória.