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Minha Última Noite de Luxúria na Villa da Algarve

Estava na minha villa de luxo na Algarve, o sol poente tingindo o mar de laranja. Acabara de chegar de jet privado de Lisboa, após dias num hotel 5 estrelas no Chiado. Eu, Inês, 29 anos, portuguesa de curvas generosas, grávida de três meses, pele dourada pelo sol. O ar cheirava a jasmim e sal. Ricardo, o rapaz de 18 anos paraplégico, herdeiro rico, vivia ali com a mãe ausente em negócios. Era a minha última visita como sua companheira paga – ajudava nos estudos, na solidão dele.

Ele no sofá de couro italiano, eu em vestido de seda preta, colado ao ventre arredondado e aos seios inchados. Servi Dom Pérignon gelado, o borbulhar no copo como promessas. ‘Ricardo, hoje festejamos o meu adeus’, disse, piscando. Ele sorriu tímido, olhos nos meus decotes. Sentei perto, pernas cruzadas, o tecido roçando a pele. Conversei do liceu dele, do futuro meu com o namorado mutado. Mas os olhares… ah, ele devorava as minhas coxas, o cheiro do meu perfume Tom Ford misturado ao calor da noite portuguesa.

A Tensão que Ferve na Villa de Luxo

‘Queres ver um filme?’, perguntei. Levantei para o armário baixo, curvando-me devagar. Senti os olhos dele no meu rabo, o jeans apertado subindo, revelando o fio dental. Virei: ‘Estás a mirar o meu cu, não estás?’ Ele corou, mudo. Ri, aproximando-me. ‘Gostas? Queres tocar?’ Desabotoei o jeans, desci tudo, expondo as nádegas carameladas, redondas. Tirei a blusa, o sutiã – mamilos castanhos duros, seios pesados pela gravidez.

‘ Toca, Ricardo. É a tua lição final.’ As mãos dele nas minhas nádegas, amassando. Dedos na racha, roçando o cu apertado. Desci a mão dele à cona molhada, carnuda. ‘Masturba-me o clitóris, fode-me com os dedos.’ Gemi, ondulando. A libido da gravidez era insana – cona a arder, sucos escorrendo. Ele enfiou dois dedos na minha boceta babada, polegar no cu. ‘Assim? Continua, caralho, vais fazer-me gozar!’ Gozei forte, pernas a tremer, caindo no sofá de veludo.

O Êxtase Cru e o Adeus Inesquecível

Levantei-me, olhos no volume das calças dele. ‘Agora tu.’ Desabotoei, baixei tudo – caralho grosso, veias pulsantes, cabeça roxa inchada. ‘Que pau lindo, rapaz.’ Masturbei devagar, unhas roçando as bolas. Lambi a ponta, salgada de pré-gozo. Engoli o caralho inteiro, garganta funda, língua rodando. Ele gemia: ‘Inês… oh foda-se…’ Masturbei-me enquanto chupava, dedos na cona encharcada.

Instalei-o na cama king size, lençóis de seda egípcia. 69: a minha cona na cara dele, língua dele lambendo o clitóris, nariz no cu. ‘Lambe mais fundo, come a minha boceta!’ Chupei o pau, dedilhando o cu dele. Enfiei dedo no meu cu, ele no meu – ‘Fode-me o cu com o dedo, sim!’ Gozámos juntos, jatos quentes dele na minha cara, cona a pulsar na boca dele. Sperma grosso, cheiro almiscarado misturado ao meu mel.

Deitados, suados, o mar ao fundo. Limpei-nos com toalhas macias. ‘Foste incrível, Ricardo. Um privilégio.’ Beijei-o, lágrima nos olhos. ‘Adeus, vais foder o mundo.’ Saí para o yacht ancorado, coração cheio de luxúria e saudade. Um dia fora do comum, puro êxtase num paraíso de elite.

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