Acabei de aterrissar de volta a Lisboa, o corpo ainda a pulsar com as memórias. Tudo começou no Four Seasons Hotel, aqui na cidade. O quarto suite cheirava a lavanda fresca e champanhe Dom Pérignon gelado. Eu, Inês, portuguesa de curvas generosas, rabo redondo e seios que transbordam, vesti um robe de seda preta que mal cobria os mamilos rosados. As minhas amigas, a Carla e a Vanessa, chegamos para uma noite ‘entre raparigas’. Risos, copos tilintando.
— Anda, Inês, mostras esses peitões fabulosos! — desafiou a Carla, os olhos brilhantes de vinho pétillant.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
Eu hesitei um segundo, sentindo a seda escorregar pela pele quente. Tirei o robe devagar. Os meus seios saltaram livres, pesados, os bicos endurecendo com o ar condicionado. Elas aplaudiram, depois seguiram o exemplo. Três pares de tetas ao ar num quarto de luxo, a luz suave das velas a dançar sobre a pele. Toques leves, risadinhas. A Carla roçou o dedo no meu mamilo, um arrepio subiu pela espinha. Tensão no ar, húmida como a noite portuguesa.
No dia seguinte, jet privado para o Algarve. O couro dos bancos cheirava a novo, o céu azul lá fora. Eu usava só um vestido leve de linho branco, sem sutiã, os seios a balançar a cada turbulência. O piloto sorriu no retrovisor. A Carla e a Vanessa iam connosco, mas o Ricardo, o meu amante rico, esperava no iate. Pousámos na pista privada, carro topo de gama levou-nos à marina. O sol queimava, suor a escorrer entre os meus peitos.
No iate ancorado na baía escondida, villa de luxo ao fundo. Ricardo, alto, mãos grandes, olhos famintos. — Estavas à minha espera, amor? — sussurrei, baixando o vestido até à cintura. Seios expostos ao vento salgado do mar. Ele gemeu, aproximou-se. A Vanessa e a Carla assistiam, bebendo rosé gelado. Ele chupou um mamilo, forte, dentes roçando. Eu gemi, a cona já molhada.
Clímax no Iate Privado do Algarve
A coisa escalou. Desci ao convés inferior, nuinha. Ricardo despiu-se, o caralho dele duro como pedra, grosso, veias pulsantes. — Fode-me agora — pedi, de quatro no colchão de seda king size, o balanço do iate a aumentar o prazer. Ele meteu de uma vez, fundo, rasgando a minha cona apertada e encharcada. Pauzão a entrar e sair, bolas batendo no meu clítoris inchado. Eu gritava: — Mais forte, caralho, rebenta-me!
Ele agarrou os meus quadris, fodia selvagem, suor misturado ao cheiro de sal e sexo. Virei de barriga para cima, pernas abertas, ele chupava a minha cona, língua no clitóris, dedos enfiados no cu. Gozei primeiro, jatos quentes a molhar a cara dele. Depois, montei-o, cavalgando o caralho como uma puta luxuosa, tetas a saltar, unhas nas costas dele. Ele explodiu dentro de mim, esperma grosso a encher a cona, escorrendo pelas coxas.
A Carla e a Vanessa juntaram-se, toques leves, lambidelas nos restos. O Ricardo fodeu-as também, mas eu era o centro. Horas de luxúria pura, o sol poente a tingir o mar de ouro.
Agora, de volta, sinto-me rainha. Privilégio de quem vive sem freios, misturando o crème de la crème com porra quente. O corpo dói bem, a cona sensível, mas satisfeita. Quero mais. Quem sabe o que vem a seguir? Este é o meu mundo: luxo e desejo cru.