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Minha Aventura Luxuriosa: De Lisboa ao Iate no Algarve

Estava no meu quarto no Four Seasons de Lisboa, o ar condicionado sussurrando fresco contra o calor pegajoso da noite portuguesa. Eu, Joana, casada com um duque de negócios aborrecido, sentia o tédio roer. Vestido de seda preta colado à pele, o perfume Chanel N°5 misturando-se ao cheiro de jasmim do terraço. Ele chegou, o Ricardo, um magnata com olhos de predador. ‘Joana, essas tuas nádegas… sonho em foder-te o cu desde que te vi no evento VIP.’ As palavras dele, quentes como o vinho espumante que bebíamos, Dom Pérignon gelado na taça, fizeram-me corar. Mas… eu queria. Meu marido? Longe, em reuniões. ‘Não sou infiel’, disse eu, mas o olhar dele devorava-me. Ele sorriu, largo, confiante. ‘Vem comigo. Jet privado para o Algarve. Iate, villa exclusiva. Só nós.’ Hesitei, o coração batendo forte. O toque da mão dele na minha coxa, sob a mesa do restaurante estrelado Michelin, era eletricidade pura. Aceitei. O luxo chamava, o desejo queimava.

No jet privado, champagne borbulhante na boca, a cidade luzes diminuindo lá embaixo. Ele puxou-me para o sofá de couro macio, mãos firmes nas minhas nádegas por cima do vestido. ‘Perfeitas, redondas, feitas para o meu caralho.’ Gemi baixinho, a seda escorregando. Chegamos ao Algarve ao pôr do sol alaranjado, o iate ancorado na baía cristalina, cheiro de sal e pinheiros. Subimos a bordo, o convés aquecido pela noite morna. Ele despiu-me devagar, a brisa acariciando os seios nus. ‘De joelhos, Joana. Chupa-me.’ Obedeci, o pau dele grosso, veias pulsantes na minha língua. Succionei forte, saliva escorrendo, mãos apertando as bolas. ‘Caralho, que boca gulosa!’ Ele gemia, empurrando na garganta. Mas eu controlo. Levantei-me, empurrei-o no chão do convés, montei-o. O caralho entrou na minha cona molhada, ritmado, suado. ‘Fode-me mais!’ Mas ele queria o cu. Virou-me de bruços, cuspiu no buraco apertado. ‘Agora sim, o teu cu é meu.’ Empurrou devagar, a dor misturada ao prazer insano, o cu esticando ao redor do pau enorme. Fodida como uma puta de luxo, gemendo alto, ondas batendo no casco. ‘Mais fundo, racha-me o cu!’ Ele acelerou, bolas batendo nas nádegas, suor pingando. Gozei primeiro, tremendo, cona esguichando. Ele explodiu dentro, porra quente enchendo o cu, escorrendo pelas coxas.

A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa

Na villa isolada, cama king size com lençóis de linho egípcio, ele recuperou. ‘Ainda não acabei contigo.’ Deitei de lado, ele lambeu o cu arrombado, língua safada. Chupei-o de novo, engolindo porra salgada, seios melados. Montei reversa, cu engolindo o caralho todo, nádegas batendo no peito dele. ‘Olha este cu perfeito!’ Gritei no orgasmo, corpo convulsionando. Ele gozou nos seios, porra grossa pingando. Exaustos, vinho tinto na varanda, estrelas brilhando. Senti-me rainha, privilegiada. Meu marido nunca me deu isso. Luxo e luxúria selvagem, sem arrependimentos. Voltei a Lisboa de jet, cu dolorido mas saciado, memória eterna. Quem diria que trair valia tanto?

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