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A Minha Traição Luxuosa no Ritz de Lisboa

Estava na minha suite no Ritz, Lisboa. Vista para o Tejo, luzes da cidade a dançar na água. O ar cheirava a jasmim e ao meu perfume Creed Aventus. Vestia uma robe de seda preta, leve como um sussurro na pele quente da noite portuguesa. O champanhe Dom Pérignon borbulhava na taça, gelado e ácido no paladar.

O telemóvel vibrou. Era ele, o meu melhor amigo há sete anos. Aquele que me contava tudo, os threesomes nos clubs de Lisboa, as noites nos iates da Algarve. ‘Quero-te agora’, escreveu. ‘Não aguento mais.’ Respondi: ‘Estou no Ritz. Mas tens a vida tua, eu a minha.’

A Tensão Elétrica na Suite Presidencial

‘Quero-te! Desde ontem que penso na tua cona.’ Enviou uma foto do caralho duro. Eu… ri, mas o calor subiu. Peguei no vibrador azul, introduzi na minha coninha glabra, molhada já. Cliquei foto e enviei. ‘Vem. Olha o estado em que me puseste.’

‘Treinta minutos. Chego.’ O coração acelerou. Ele largou tudo, veio de carro de luxo do outro lado da cidade. Esperei, mãos suadas na seda. A villa na Algarve que partilhávamos em sonhos ficava para depois. Isto era agora.

Porta bateu. Ele entrou, olhos famintos. Abracei-o, sete anos de desejo num beijo. Línguas urgentes, mãos por todo o lado. A robe escorregou, expondo os meus seios firmes. Ele gemeu: ‘Porra, és perfeita.’ As mãos dele nas minhas nádegas, apertando, dedos no sulco. Eu desabotoei a camisa dele, sentindo o peito quente.

Caminhámos para o sofá de veludo, sem nos soltar. Ele sentou-me, pernas abertas. Dedos na cona, húmida, escorregadia. ‘Estás ensopada’, murmurou. Um dedo, dois dentro de mim. Gemi alto, o prazer a subir como o calor da noite.

O Sexo Selvagem que Nos Devorou

Ele despiu-se rápido. O caralho erguido, grosso, latejante. Pus o preservativo, ansiosa. Ele deitou-se sobre mim, friccionando a cona com a cabeça. ‘Entra em mim. Fode-me forte.’ Ele obedeceu, empurrando devagar, preenchendo-me toda. Senti cada centímetro, esticando-me.

Começámos devagar, depois selvagem. Ele bombava fundo, bolas a bater nas minhas nádegas. ‘Mais forte! Fode a tua puta!’ Gritava eu, unhas nas costas dele. Virou-me de quatro no sofá, agarrou os cabelos, meteu com força. A cona latejava, sugando-o. O cheiro de sexo misturava-se ao luxo do quarto.

Baixei-me, chupei-o. Boca cheia, língua na glande, bolas nas mãos. Ele gemia: ‘Vou gozar.’ Não deixei. Voltei a montar, cavalgando louca. O orgasmo veio como uma onda, cona a contrair, esguichando um pouco. Ele veio logo, enchendo o preservativo com gemidos roucos.

Ainda dentro de mim, beijámo-nos suados. Desci aos seios dele, lambi os mamilos. Ele virou-me, língua na cona. Chupava o clitóris inchado, dedos dentro, nariz no cheiro almiscarado meu. Gozei outra vez, gritando, apertando as mãos dele até doer.

Levantámo-nos. Eu vesti a robe, acendi um cigarro na varanda. Noite quente, brisa do Tejo. Ele abraçou-me por trás, caralho ainda semi-duro contra mim. ‘Foi incrível. O nosso segredo.’ Olhámos o horizonte, satisfeitos, privilegiados. Ele partiu, mas o luxo da memória fica. Uma villa na Algarve espera o próximo capítulo. Aquilo que vivemos… não aconteceu. Ou aconteceu para sempre.

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