Acabei de voltar dessa loucura. Meu coração ainda bate forte. Estava no Pestana Palace, em Lisboa, aquele hotel 5 estrelas com paredes de mármore e o cheiro de jasmim no ar. Eu, Marta, 42 anos, pele dourada pelo sol português, curvas que ainda viram cabeças. Meu marido, Ricardo, sempre ocupado com negócios, me ignorava há meses. Mas nessa semana… mudou tudo. Ele me devorava como um lobo. Na suíte, com lençóis de seda italiana roçando minha pele, ele me jogou na cama, mãos ávidas nas minhas coxas. ‘Quero te foder agora’, rosnou, o hálito quente de vinho do Douro. Eu gemi, molhada já, sentindo o pau dele duro contra mim. Mas algo estava estranho. Essa fúria… de onde vinha?
No dia seguinte, uma carta na caixa de correio do hotel. ‘Para Gigi’. Meu apelido carinhoso… ou o dele? Ricardo empalideceu. Abri, tremendo. ‘Meu amor, não aguento mais esconder. Quero você para sempre. Encontre-me no iate ao pôr do sol. João Pedro.’ João Pedro? Nosso vizinho, o tenista safado que me fodia às escondidas há dois anos, com sua pica grossa e mãos firmes. Ele me comia como ninguém, lambendo meu cu até eu gozar gritando. Mas… Ricardo também? Ele admitiu, olhos flamejantes: ‘Ele me pegou uma vez, Marta. Foi incrível, mas acabou.’ Em vez de briga, o ar ficou elétrico. ‘Vamos atrás dele juntos’, eu disse, voz rouca. ‘Mostrar quem manda.’ Pegamos o jet privado dele, champagne gelado na mão, a noite portuguesa quente nos envolvendo. Chegamos ao Algarve, iate ancorado na baía exclusiva, luzes douradas refletindo no mar.
A Tensão no Hotel de Luxo em Lisboa
No iate, João Pedro nos esperava, bronzeado, sunga apertada marcando o volume enorme. ‘Vocês dois? Perfeito.’ Sem palavras, arrancou meu vestido de seda, expondo meus seios fartos, mamilos duros como pedras. Ricardo me beijou selvagemente, língua invadindo minha boca, enquanto João chupava meu clitóris inchado. ‘Que delícia de cona molhada’, grunhiu João. Deitei na cama king size, pernas abertas, o cheiro de sal e luxúria no ar. Ricardo meteu sua pica na minha boca, grossa e pulsante, eu engoli até a garganta, babando. João enfiou dois dedos no meu cu, lubrificando com minha própria umidade. ‘Vai, fode ela primeiro’, disse Ricardo. João cravou a pica enorme na minha buceta, esticando tudo, batendo fundo. ‘Ahhh, caralho, mais forte!’, eu implorei, unhas nas costas dele. Ele me martelava, bolas batendo no meu rabo, enquanto Ricardo se masturbava, olhos vidrados. Trocaram: Ricardo no meu cu agora, escorregadio e apertado, empurrando devagar, depois selvagem. ‘Sente como ela aperta, porra’, gemeu ele para João, que fodia minha boca. Gozei primeiro, corpo convulsionando, esguichando no pau de João. Eles aceleraram, picas inchadas. ‘Vou encher essa puta de porra’, rosnou João, jorrando na minha cona, quente e grosso. Ricardo explodiu no meu cu, enchendo até vazar. Eu lambi os dois, misturando sêmen e suor, até eles endurecerem de novo. Na vila de luxo em terra, continuamos: eu cavalgando João, Ricardo no meu cu, sanduíche perfeito, gemidos ecoando na piscina infinita.
Agora, deitada na cama da villa, corpo dolorido mas saciado, sinto o privilégio. Jet, iate, sexo sem limites com os dois homens que me desejam. O cheiro de sexo e Chanel No.5 ainda no ar, taças de prosecco pela metade. Foi mais que luxúria – foi libertação. Meu marido me olha diferente, João sorri safado. Vivemos o proibido no topo do mundo. E quero mais.