Estava no bar do Four Seasons Ritz Lisboa, luzes suaves, cheiro de couro italiano e perfume Chanel No. 5 no ar. Esperava-te, Miguel, aquele homem que chatámos hoje na app exclusiva. Robe de seda preta colada ao corpo, saltos Louboutin, meias rendadas. Coração a bater forte. Chegaste, fato Tom Ford impecável, sorriso predador. ‘Esperas alguém?’ Perguntaste, voz grave. ‘Sim, a mim mesmo te esperava.’ Ri, serviram Veuve Clicquot gelado. Bolhas no paladar, fresco, ácido. Olhares cruzados, pernas roçadas debaixo da mesa de mármore. ‘Mostra-me o que usas por baixo.’ Sussurrei, inclinando-me. Avançaste o fato, abriste as coxas devagar. String preta, pele branca contrastando com as meias. ‘Estás molhada?’ ‘Começo a ficar, sim.’ Dedos meus roçando a tua perna, calor subindo. Beijos molhados, língua tua devorando a minha, mão na minha nuca. Pau duro contra a minha coxa, eu a apertar. ‘Vamos para cima?’ Não, propuseste melhor: ‘Jet privado para o meu iate na Algarve. Agora.’ Coração disparou. Luxo puro.
No jet Gulfstream, tapetes persas, champagne Dom Pérignon. 30 minutos no céu, tu ajoelhado entre as minhas pernas, robe aberta. ‘Chupa-me a cona.’ Ordenei. Língua tua quente, lamber lenta, clitóris inchado. Gemidos meus ecoando na cabina. Dedos na tua boca, ‘Chupa-os como se fosse o meu caralho.’ Viraste-me, bundas ao ar, cu exposto. ‘Lambe-me o cu.’ Fizeste, voraz, saliva escorrendo. Pau teu enorme, veias pulsantes, contra a minha cara. Engoli, garganta fundo, bolas pesadas no queixo. ‘Porra, que boquinha gulosa.’ Gozei na tua boca primeiro, sumos misturados. Aterramos, carro Rolls-Royce para o porto privado. Iate de 50 metros, Algarve à noite, mar calmo, brisa salgada quente.
A Tensão no Bar do Hotel Ritz
Na suite master, cama king size com lençóis de seda egípcia, vista para o oceano negro. Despi-me nua, tu também, corpo atlético, caralho erguido como mastro. ‘Fode-me forte.’ Puxaste-me para o deque, estrelas acima, ondas suaves. De quatro, pau entrando na cona molhada, fundo, estocadas brutais. ‘Mais, rasga-me!’ Gritava, unhas nas costas tuas. Mão no cu meu, dedo dentro, dilatando. ‘Quero o cu.’ Virei, óleo de massagem luxuoso, lubrificante. Cabeça do caralho pressionando o anel apertado. ‘Vai, arromba.’ Entraste devagar, centímetro a centímetro, dor prazerosa, enchendo-me. Bombeias selvagem, bolas batendo na cona. ‘Sou a tua puta de luxo.’ Gemias, ‘Vou encher-te de porra.’ Acelera, suor misturado, cheiro de sexo e mar. Gozei gritando, cu contraindo no teu pau. Puxaste, jatos quentes na cara, peito, boca aberta engolindo. Lambeu tudo, beijando-me depois, porra partilhada.
Deitados no deque, champagne morno, corpos pegajosos. Olhei o iate brilhando, jet à espera para voltar. Privilégio puro, esta vida sem limites. Senti-me rainha, satisfeita, cona e cu latejando docemente. ‘Foi inesquecível.’ Disseste, mão no meu seio. Sorri, ‘Repetimos, mas mais selvagem.’ Voltei a Lisboa de jet, pele ainda cheirando a ti, luxúria gravada na alma. Um momento fora do comum, só para elite.