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Minha Noite Selvagem de Luxo: De Lisboa ao Iate na Algarve

Acabei de voltar dessa loucura. Meu corpo ainda treme. Tudo começou no Four Seasons em Lisboa, num evento exclusivo. Eu, Inês, 25 anos, vestido de seda preta colado à pele, decote profundo mostrando meus seios firmes. O ar cheirava a jasmim e champanhe Dom Pérignon, bolhas frias explodindo na língua. Ele apareceu, Vicente, 50 e poucos, terno italiano impecável, perfume Creed Aventus, amadeirado e masculino. Olhares cruzados na pista de dança. ‘Queres dançar?’, murmurou, voz grave. Mão na minha cintura, quadris roçando. Meu vestido subia devagar, revelando coxas lisas. Seus dedos traçavam minha nádega por baixo da seda. Calor subia, buceta úmida já. ‘Vamos para algum lugar?’, sussurrei. Ele sorriu: ‘Meu jet espera no aeroporto.’

No jato privado, couro macio nos assentos, vinho tinto algarvio na boca, doce e encorpado. Ele me puxou pro colo, beijos famintos, língua invadindo. ‘Estás tão molhada’, disse, mão entre minhas pernas, dedo roçando o clitóris inchado. Chegamos à Algarve de noite, iate ancorado, brisa quente do mar, sal no ar. Villa de luxo na falésia, piscina infinita brilhando sob estrelas. Ele me carregou pra cama king size, lençóis de linho egípcio frios na pele quente. ‘Quero-te toda’, rosnou, tirando meu vestido. Seios livres, mamilos duros como pedras. Ele chupou, mordiscou, eu gemi alto.

A Tensão no Hotel de Lisboa e o Jet para o Paraíso

Não aguentei. Rasguei a camisa dele, calça baixa, caralho grosso pulsando, veias salientes, cabeça vermelha brilhando. ‘Chupa-me’, ordenou. Ajoelhei, boca faminta engolindo tudo, saliva escorrendo, bolas pesadas na mão. Ele fodia minha boca, gemendo ‘Porra, que boquinha gulosa’. Deitei de costas, pernas abertas, buceta depilada pingando. ‘Fode-me forte’. Ele entrou num golpe, pauzão esticando minha cona apertada, bolas batendo no cu. Ritmo selvagem, suor misturado, cheiro de sexo e Chanel. Virei de quatro, ele cuspiu no meu cu virgem. ‘Quero o teu rabinho’. Dedos lubrificando, depois a língua lambendo o anel rosado, arrepiantes. ‘Vai, enche-me o cu’. Empurrou devagar, dor misturada prazer, pau abrindo meu virgin anal. ‘Tão apertado, caralho’. Bombeava forte, mãos nos quadris, eu gritava ‘Mais, fode o meu cu até gozar!’. Orgasmos explodindo, meu corpo convulsionando, ele jorrou leite quente dentro, escorrendo pelas coxas.

Depois, deitados no deque do iate, mar calmo balançando, champanhe gelado na pele. Corpo dele contra o meu, ainda latejando. ‘Foi o melhor da minha vida’, sussurrei. Ele beijou minha nuca: ‘Tu és um privilégio, Inês’. Senti-me rainha, luxo e luxúria fundidos. Essa noite portuguesa, eterna no meu corpo. Volto amanhã? Talvez.

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