Eram 13h10 quando entrei no elevador do Ritz, em Lisboa. Vestia uma robe vermelha justa, lacada nas costas, que mal cobria as coxas. Saltos altos, jarreteiras de seda preta, o ar quente de setembro ainda pairava, misturado ao cheiro de jasmim dos jardins. O hotel era puro luxo: mármore italiano, lustres de cristal, o som suave do jazz no lobby. Eu ia para a minha suite presidencial, depois de um brunch com champanhe Dom Pérignon.
As portas abriram no segundo andar. Ele entrou: fato escuro Tom Ford, camisa branca desabotoada, maleta de couro na mão. Um homem elegante, uns 40 anos, olhos penetrantes. Cheirava a Creed Aventus, fresco e amadeirado, que me invadiu como uma promessa. Sorriu, misterioso, e premiu o botão do quinto, o meu andar. Ficámos sozinhos, o elevador subia devagar.
A Tensão no Elevador de Luxo
A minha saia rodou um pouco quando me virei, revelando a liga. Ele notou. Senti o seu olhar na pele, quente como a noite algarvia. O coração acelerou. A minha mão roçou a dele, ‘acidentalmente’. Ele não recuou. Em vez disso, a mão dele deslizou pela minha coxa, por cima das meias de nylon finíssimo. ‘Estás incrível’, murmurou, voz rouca. Eu mordi o lábio, o calor subia entre as pernas.
Entre o terceiro e quarto andares, parei o elevador com um dedo. Ele não hesitou: agarrou o meu rabo firme, dedos sob o elástico do fio dental. Estava molhada já, a cona a pulsar. Tirei-lhe o cinto, desabotoei as calças. O caralho saltou, grosso, veias inchadas, cabeçona vermelha. ‘Meu Deus, que pao’, sussurrei, tremendo.
Ajoelhei-me no chão de mármore frio, o contraste com a pele quente. Tirei os óculos, segurei-o com as mãos macias de creme La Mer. Lambe a ponta, salgado, gosto de homem. Ele gemeu, mãos no meu cabelo loiro, barrettes de prata. Empurrei-o na boca, até à garganta. Chupei voraz, succões molhadas, baba escorrendo. Ele fodia a minha boca, rins fortes, ‘Assim, puta luxuosa, engole tudo’.
O Gozo Selvagem e o Depois Inesquecível
Os olhos azuis dele fixos nos meus, maquiagem borrada. Batia no palato, na garganta, glug glug. Eu gemia, vibrando no pau dele. Sentia o cheiro do meu perfume misturado ao suor dele, champanhe ainda na boca. Ele acelerou, ‘Vou gozar, caralho’. Primeiro jato na garganta, quente, viscoso. Engoli, mas ele puxou, segundo no rosto, terceiro na sobrancelha, porra a escorrer como pérola líquida.
Segurei-o pela nuca, última golfada na cara toda, olhos fechados, tossindo. Caí para trás, robe subida, fio dental encharcado, pêlos loiros visíveis. Ele convulsionou mais, jatos na lingerie de renda, entre os seios siliconados. Limpou-me com lenços de seda do bolso, ‘Desculpa, mas foste irresistível’. Eu ri, limpando a porra dos lábios, ‘Primeira vez assim… num elevador de 5 estrelas’.
‘O que eu queria era sentir-te dentro, no cu’, disse eu, voz baixa, ajustando a alça. Ele sorriu, ‘Usa o ‘tu’. E deves-me orgasmos’. Rimos, o elevador vibrou, subiu. Saí primeiro, corri à casa de banho da suite para limpar. Mas voltei à sala de reuniões privativa, onde ele esperava – o meu investidor VIP para o iate na Algarve.
Ele lá estava, com o grupo, fato impecável. Sentei-me ao lado, ainda com traços de porra seca na pele. ‘Desculpem o atraso, tinha porra na boca’, disse eu, olhos nele. O silêncio caiu, mas o desejo acendeu. Depois, jet privado para o iate, villa em Lagos. Fodi-me toda a noite, luxo puro: caviar, vinho verde gelado, o mar a bater. Privilégio total, selvageria elegante. Nunca me senti tão viva.