Eu corria pela noite quente do Algarve, o ar salgado do mar colando na pele suada. Ramos e arbustos chicoteavam o meu rosto, deixando riscos finos que ardiam. O iate do meu amante tinha afundado há horas – um erro no rochedo, ele caiu no vazio negro do oceano. O som do impacto ainda ecoava na minha cabeça. Fuí, sem pensar, descalça na areia e depois no jardim selvagem daquela villa de luxo que via de longe, luzes suaves piscando.
As pegadas na relva úmida guiavam-me. As minhas, leves, de salto alto partido, misturadas com marcas frescas. Parei, ofegante. A porta da villa estava entreaberta, como se esperasse por mim. Um gemido baixo veio de dentro. Entrei, tremendo. No escuro da sala ampla, com vista para a piscina infinita, uma forma encolhida no sofá de couro italiano. Liguei a luz suave – era ele, Ricardo, o dono, elegante no robe de seda, olhos preocupados.
A Chegada Inesperada e a Tensão no Paraíso Luxuoso
– Onde dói? – perguntou, voz grave, aproximando-se. A sua mão tocou o meu peito esquerdo, onde o coração latejava dorido. Limpei o rosto com uma toalha fria que ele trouxe da cozinha de mármore. O cheiro do seu perfume Creed Aventus misturava-se ao sal do mar e ao meu suor. Acendeu a lareira moderna, o crepitar enchendo o ar. Fora, o vento do Atlântico uivava.
– Chamo-me Inês. Desculpa invadir assim… O meu homem… morreu no iate. Culpo-me por não ter ido com ele. – Lágrimas quentes escorriam. Ele serviu champanhe Dom Pérignon gelado, bolhas dançando na taça de cristal. Bebi, o sabor ácido e doce acalmando-me. Despi o vestido rasgado, ficando em lingerie de renda La Perla. A seda do robe dele roçava a minha pele nua quando se sentou ao meu lado.
– Estamos isolados aqui, Inês. Uma bolha de luxo. Deixa o drama fora. – Os seus dedos traçaram o meu braço, hesitantes. O calor da lareira subia, o ar denso de desejo. Senti o volume crescer no robe dele. A minha mão deslizou, tocando. Ele gemeu baixo.
O Sexo Intenso: Luxo Encontra a Luxúria Animal
Ele guiou-me para o quarto principal, cama king size com lençóis de fio 1000. O jet privado que ele mencionou – para fugir amanhã – esperava no aeroporto próximo. Mas agora, só nós. Beijei-o primeiro, urgente. As roupas voaram. Pele contra pele, o seu pau duro roçando a minha coxa.
– Fode-me, Ricardo. Forte. Como se o mundo acabasse. – Ele obedeceu, selvagem. Puxou-me para o chão de mármore aquecido, boca devorando os meus seios, língua no mamilo endurecido. Eu monteio-o, cona molhada escorregando na cabeça grossa do caralho dele. Desci devagar, centímetro a centímetro, gemendo com o enchimento. Olhos nos olhos, vi o prazer dele espelhar o meu.
– Mais fundo, puta luxuosa – rosnou, mãos nas minhas nádegas, empurrando. Galopei furiosa, cona apertando o pau latejante. Ele virou-me de quatro, na cama agora, penetrando brutal, bolas batendo no clitóris inchado. Mordi o lençol de seda, gritando: – Fode a minha cona, racha-me ao meio! – Sudor, cheiro de sexo misturado a jasmim do quarto. Ele acelerou, dedos no cu, lambendo o pescoço. Eu gozei primeiro, corpo convulsionando, esguichando no pau dele. Ele veio logo após, enchendo-me de porra quente, grunhindo.
Ficámos ali, enredados, respiração sincronizada. O corpo dele, musculado de ginásio VIP, colado ao meu. Sabor a sal e champanhe na boca. Lá fora, o mar acalmava. Senti-me renascida neste oásis de privilégio – villa de 2 milhões, iate ancorado, jet pronto. Um orgasmo que curou a dor. Luxo puro, luxúria eterna. Amanhã, mais. Por agora, só esta beatitude.