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Noite de Luxúria Proibida no Hotel 5 Estrelas de Lisboa

Acabámos de aterrar no jet privado em Lisboa, vindos do norte gelado. O ar quente da noite portuguesa envolve-nos como um abraço pecaminoso. Eu, a mana mais nova, solteira e faminta por aventura, junto ao meu cunhado e à minha irmã. Ela, delicada, com os mamilos escuros a furar o top de seda quando excitada. Ele, forte, com aquele olhar que me derrete. Check-in no hotel 5 estrelas no Chiado. Tudo esgotado, só uma suite imperial com cama king size redonda, almofadas de cetim, vista para o Tejo. O cheiro a jasmim e champanhe Dom Pérignon paira no ar. ‘Não te preocupes, mana, dormimos os três’, diz ele, piscando-me o olho. Ela ri, mas eu sinto o calor subir.

Desembalamos as malas Louis Vuitton. Eu visto um robe de seda preta que roça a pele como um amante. Jantamos no rooftop: ostras frescas, vinho verde pétillante, a brisa salgada do rio. Conversa solta, toques acidentais. A mão dele na minha coxa debaixo da mesa. Ela adormece cedo, exausta da viagem. Na suite, luzes ténues, o som distante do fado. Eu deito-me ao lado dele, o corpo dele quente contra o meu. ‘Não acordes a tua irmã’, sussurra ele. Mas eu já estou molhada, a cona a pulsar.

A Chegada ao Éden de Luxo e a Tensão Crescente

A meio da noite, acordo com ele a foder a minha irmã devagar. Ela geme baixo, as coxas abertas. Eu aproximo-me por trás, o meu peito contra as costas dele. Sinto o caralho dele duro, a entrar e sair. A minha mão desliza para a minha buceta, dedos encharcados. Ele vira a cabeça, olhos famintos. Ela simula acordar, afasta-se irritada. ‘Para, vais acordar a mana!’ Mas eu não paro. Agarro as bolas dele, macias e cheias, massageando como bolas chinesas. ‘Ela não sabe tratar-te bem’, murmuro ao ouvido dele.

Levanto as cobertas. O caralho dele ergue-se, brilhante dos sumos dela. Ajoelho-me e engulo-o inteiro, a língua a lamber o glande salgado. ‘Que desperdício deixar isto assim’, digo, chupando voraz. Ele geme, enfia os dedos na minha cona encharcada. Dois dedos, depois três, fodendo-me rápido. Eu gemo com a boca cheia. ‘Come-me, caralho’, ordeno, sentando-me na cara dele. A língua dele devora a minha buceta, lambendo o clitóris inchado, bebendo o mel doce e ácido que escorre. Eu gozo em silêncio, o corpo a tremer, inundando-lhe a boca.

O Êxtase Selvagem e o Depois Inesquecível

Levanto-me e monto-o. O caralho desliza até ao fundo, enchendo-me como há meses não sentia. ‘Fode-me devagar, sente cada centímetro’, peço. Rebolo para trás, o glande a roçar o clitóris enorme. Acelero, as tetas a balançar, ele a apertar os mamilos duros. ‘Vou gozar, puta!’, grito baixo. Gozo forte, a cona a apertar, jatos quentes a escorrer. Ele explode dentro de mim, jatos grossos de porra a encher-me o útero. Um segundo orgasmo meu, selvagem, o corpo em chamas.

Deslizo sobre ele, beijamo-nos famintos, gosto a porra e o meu mel. A água da banheira ainda corre – ela demora no banho de espuma. Rimos baixinho. Ela sai, vê o volume no lençol, sorri maliciosa e chupa-o rápido, mas eu entro primeiro no chuveiro. Saímos radiantes, no jipe para o iate na Algarve amanhã. Na villa de luxo, sete noites de segredos. Privilégio puro, luxo misturado com luxúria proibida. Nunca me senti tão viva, tão saciada. Quero mais.

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